Imagina na copa

Mais ou menos no meio de Maio do ano passado, estava eu levando minha vida normalmente quando de repente eu recebo no meu e-mail uma mensagem um tanto quanto inesperada.
Era um convite de uma amiga, para que eu a encontrasse durante a copa do mundo e como eu estava muito na seca nessa época tenho que dizer que essa mensagem me deixou muito contente.
O e-mail era da Bianca, uma amiga italiana que aqueles que leem meus contos já conhecem e nele ela dizia que viria ao país com alguns amigos e familiares no fim de junho para acompanhar a copa e que ficaria até o final dos jogos e que adoraria me encontrar, eu adorei a notícia e mal podia esperar.
O tempo passou, Bianca havia me dito que viria no finzinho de junho e faltando poucos dias para o fim do mês eu já estava todo empolgado, estava trabalhando quando meu celular tocou, não reconheci o número, mas mesmo assim decidi atender.
-Olá Mad.
Aquela voz efusiva em um português meio “italianado” não deixou dúvida de quem era.
-Olá minha bela “ragazza”, como vai, não sabe como fico feliz em ouvir sua voz.
-Rsss, você não serve para “parlar italiano”, cheguei a seu país, junto com alguns primos e amigos, cheguei ao hotel hoje cedo e estou muito cansada, estamos no nordeste do seu país, mas na outra metade da viagem estaremos em “São Paolo” e minha viagem não será completa se eu não ver meu bambino
-Rsss, eu estou me esforçando, fico chateado por você não vir direto pra cá, mas estarei ansioso esperando sua chegada.
-Non preoccuparti prometo que serei bem generosa com o presente quando chegar.
Ouvir isso era tudo que eu precisava para ter certeza que minha seca não duraria muito tempo.
Enfim o dia chegou, conversando com Bianca pelas redes sociais ela me disse que estaria com os primos e alguns amigos lá no vale do Anhangabaú em um daqueles eventos oficiais para ver os jogos então estava na hora de reencontrar minha amiga de intercâmbio, chegando lá tive que estacionar um pouco distante, o local estava lotado demorou um pouco até orientar Bianca a me encontrar em um local específico, mas toda essa demora valeu muito a pena, lá estava ela loira com uma camiseta regata florida que valorizava bem seus seios e deixava seu umbiguinho à mostra, calça jeans bem colada e seus belos olhos azuis.
-Maaadd que saudade de você! –Disse ela com aquele sotaque que já me dava um baita tesão.
-Também sentia sua falta ragazza!
-Demorei pra chegar, fomos para o mais alto do país ver os jogos, infelizmente a Itália não ficou, mas vamos ficar até o fim e curtir a festa.
E como curtiam festas esse pessoal da Itália, ela estava toda elétrica, me apresentou para seus amigos e parentes que vieram ao Brasil falando muito bem sobre mim a todos, bebemos e bagunçamos muito, do inicio da tarde até um pouco além do anoitecer.
-E como estão as outras meninas? Eu falo com elas apenas via Skype às vezes.
-Ah, bom você lembrar.
E após isso ela me deu um selinho e eu fiquei sem entender nada.
-Giulia e Liliana pediram pra te entregar.
-Ah já que é isso então são dois não é?
Segurei suavemente seu rosto e lhe taquei um beijo lento e molhado.
-Desde que cheguei estava esperando por isso. –Sussurrou ela no meu ouvido.
-Então não vamos perder mais tempo.
A peguei pela mão e a levei até onde estava meu carro, um pouco distante, debaixo de um árvore perto de um daqueles prédios velhos ali da região, varias pessoas estavam passando, mas não me importei, encostei ela contra a porta do carro que estava virada pra arvore, onde a escuridão nos dava o mínimo de discrição e começamos nosso amasso.
Talvez por ser totalmente liberal, Bianca me dava um tesão diferente, nosso beijo já foi de cara molhado e intenso, minhas mãos estavam ensandecidas no seu corpo, pegava com firmeza em seu belo traseiro enquanto nossas línguas surravam uma a outra, passava a mão em sua barriguinha para sentir sua pele lisa e macia como seda e os seios, ahhh os seios, firmes branquinhos, massageava bastante o esquerdo por cima da blusa e por vezes jogava minha cabeça naquele decote para sentir ambos em meu rosto.
Bianca fazia sua parte, segurava com ternura minha cabeça entre seus seios, roçava sua coxa entre a minha perna provocando meu membro já ereto, me arranhava, mordia, me lambia, esfregava meu tórax e gemia baixinho, foi abrindo meu cinto e quando dei por mim sua mão esquerda já segurava firme no meu mastro, senti uma leve dor e por reflexo agarrei seus seios, massageando ambos com certa firmeza, ela arfou e disse:
-Vem, te quero em mim.
Já não ponderando a situação, abri a porta do carro e ela logo se sentou no banco, fui abrindo minha calça e ela tirando a sua, virou sua bunda pra rua ficando de bruços, deixei a porta aberta para no mínimo disfarçar meus atos, mas acho que pouco adiantou, abaixei um pouco sua calcinha rosa e minha primeira reação foi encher minha mão e estalar um tapa naquele bundão branco e gostoso.
imagina (1)
-Aiiiiiii.
Ela deu um gritinho, então eu repeti, várias e várias vezes, até que a nádega direita dela ficasse bem vermelha e ela sempre respondendo com gritinhos e palavras em italiano .
imagina (2)
Sua boceta já escorria e a cabeça do meu pau também já brilhava, então delicadamente como se esquecendo de toda a brutalidade fui introduzindo meu membro em sua caverninha quente.
imagina (4)
-Ahhhhhhh, issooooo, é isso o que eu quero.
-Então terá!! Respondi lhe dando ao mesmo tempo mais um tapa, só que agora do outro lado da bunda.
Após iniciar minha mais nova incursão em terras estrangeiras e sentir aquela temperatura gostosa comecei a bombar, movimentos rápidos e ritmados, deixei a coisa fluir solta, estava muito excitado.
Bianca batia na própria bunda com uma mão e acariciava o grelo com a outra e não fazia questão de manter a discrição ao gemer.
Eu estava totalmente fora de mim, olhar pra Bianca me enlouquecia então olhava muito pra cima para não gozar rápido já que estava a mil, mas era impossível desviar o olhar daquela deusa loira se satisfazendo loucamente no meu pau, em certo momento voltei a mim, muitas pessoas se aproximavam e só ai notei que estava com a bunda pra fora na rua metendo que nem um louco.
-Linda, vai pro outro banco.
Ela sem falar nada se moveu, entrei no carro e tranquei a porta e esse foi o tempo necessário para Bianca por sua cabeça entre minhas pernas e iniciar um boquete delicioso.

imagina (1)
Começou de forma meiga, segurando o pinto pela base e colocando deliciosamente dentro de sua boca cheia de saliva.
-Ohhhhhh.
Seus belos olhos olhando pra mim, coloquei uma mão sobre sua coxa e fiquei alisando, a outra fazendo carinho em sua orelha enquanto ela me chupava devagarzinho, depois pulou pra um garganta profunda delicioso, forcei a cabeça até ela engasgar e tossir duas vezes, esperava uma bronca pelo meu ato, mas enquanto pegava folego ela apenas sorriu, voltou a me mamar, começou a me punhetar rápido e forte, em sincronia com os movimentos da sua cabeça, agora estava mais selvagem e me deixando louco.
Reclinei um pouco mais meu banco, seus movimentos não paravam e sua saliva estava extremamente quente, ela era muito boa no boquete conseguia ficar muito tempo no movimento sem parar e quando parava rapidamente voltava a fazer deliciosamente a minha cabecinha passear por toda sua boca, agora eu apertava sua tetinha por dentro da blusa, sentindo o mamilo rígido entre os dedos e a maciez do toque, seios maravilhosos.
Movi meu corpo pro banco onde ela estava, logico que deixando o quadril dela sobre meu colo, dei mais uma alisada, mais uns tapinhas e depois com minha mão esquerda comecei a introduzir e o dedo indicador no poço de gozo que era sua bocetinha rosada
-Ahhhhhnnwnnn MAADD
O prazer era intenso, meu dedo entrava e saia velozmente, e em pouco tempo o dedo do meio foi em seu auxilio nessa árdua tarefa e pouco antes do grande clímax ainda coloquei o anelar pra finalizar.
-AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
Ela gozou bem gostoso com meus dedos, deixando minha mão encharcada com seu mel, porém eu ainda estava em ponto de bala e aquela situação estava longe de terminar.
Reclinei mais o encosto do meu banco, enquanto arfava ela balbuciou algo em italiano que não consegui distinguir, porém ela distinguiu sem dificuldades minhas ideias quando me viu mais a vontade no banco e novamente sua única resposta a isso foi apenas um sorriso sexy e safado.
Ela se ajeitou e foi sentando bem devagar, sentir sua boceta gotejando no meu pau me levou ao delírio, mas nada comparado pelo que ainda estava por vir quando ela sentou de vez e meu pau se aventurou novamente em um misto de calor e a sensação de molhado que sua cetinha me proporcionava.
imagina (2)
De automático minhas mãos foram tomar sua bunda, segurava firme enquanto ela cavalgava devagar, apoiando as mãos no vidro ela começou a me beijar loucamente enquanto fazia sua tarefa, o beijo foi tão gostoso, seus lábios molhados juntos com os meus que larguei sua bundinha e com uma mão em sua nuca e outra em suas costas me entreguei por completo ao momento.
A mão que estava em suas costas retornou para aquele belo rabo e agora a mão dava ritmo aos movimentos de sua cavalgada que ficou mais intensa e rápida, com uma mão ela levantou sua camiseta sobre seus deliciosos seios e com a mesma mão forçava minha cabeça contra eles, ficou tudo tão insano que novamente tapas estalavam em sua bundinha e se ainda existia em Bianca algum pingo de vergonha de gritar de prazer, ele se foi naquele momento.
Ela gemia alto, rebolou, subiu e desceu no meu membro nas mais variadas velocidades por um bom tempo, enquanto eu pirava em seus seios, tudo deliciosamente safado e excitante já que a qualquer momento um guarda poderia bater no vidro do carro e trazer muitos problemas pra minha vida.
-“Seiiii molto bravo Maaad”
Bianca caiu em gozo novamente, respirava rápido, saliva escorria pela lateral de seus lábios sua pele estava vermelha e seu corpo imensamente quente caia mole sobre mim, mas nem com isso ela parava de mexer, agora em um ritmo bem lento, mas mesmo após explodir em gozo ela pensava em parar de me agradar.
-Você é a melhor Bi. Eu falei enquanto tirava de vez sua blusa já que ambas as mangas já estavam caídas e o tecido enrolado sobre seus seios.
-Eu quero que você goze Mad, goze quente e em mim. Ela disse e depois segurou meu queixo e me deu mais um beijo.
Deitei de vez os encostos dos bancos frontais, apoiei cada perna em um deles e deixei meu corpo deitar também, não sei de onde ela tirava tanto gás que logo começou a quicar forte no meu pau, gritando meu nome tamanho seu prazer, os bicos dos seus seios agora livres apontavam pra mim enquanto balançavam com nosso forte movimento, segurava firme suas nádegas e ela mandava ver apenas com os movimentos dos quadris, meu pau entrava e saia quase todo com seus movimentos, eu enfiava meu dedo no seu cuzinho sem hesitar quando por vezes ela sentava gostoso e rebolava apertando tudo, nesse ritmo não demorou muito.
-OHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH Bianca, safada…
Lembro apenas de uma forte pressão na ponta do meu membro e depois uma sensação de plenitude e dormência tomou meu corpo quando gozei deliciosamente ejaculando forte dentro dela.
imagina (3)
Foi tudo tão surreal que após gozar ficamos alguns segundos abraçados, sentindo o corpo suado um do outro, depois ela começou a rir feita boba, me elogiando e falando coisas que eu não entendia, achei muito engraçado, porém tinha esquecido que ela estava bêbada.
-Vou deixar seu leitinho dentro de mim Mad. Ela falava puxando minha porra com o dedo de dentro de sua boceta até sua boca, nos curtimos mais um pouco, carinhos, beijinhos e depois a levei pro hotel.
Ela foi nua durante todo o caminho, hora dormia hora acordava e falava algo sem sentido, chegando ao hotel a ajudei a se vestir e subi com ela até seu quarto, ela não estava em condições de falar nada então a deixei com um de seus primos e fui embora.
No dia seguinte recebi várias mensagens rasgando seda para a minha performance e marcamos de nos despedir no aeroporto e assim foi feito no seu embarque lá estava eu trocando um beijo de língua delicioso na frente de todos no saguão. E assim mais uma transa maravilhosa se foi atravessando o atlântico.

Transando na chuva

Há algum tempo eu compartilhei com vocês o começo da minha história com a Tatyana (quem não viu dê uma procurada em um conto meu chamado “Recatada”) depois daquilo as coisas ficaram meio estranhas entre a gente, tínhamos algo, só que não era um relacionamento assumido, porém no que dizia respeito a sexo Taty se mostrava um pouco distante.
A agenda dela era muito corrida e ela também viajava bastante, então era difícil nos vermos durante a semana e aos sábados nos víamos na ONG, porém eu estava sentido falta do “algo a mais”. Nos beijávamos, nos amassávamos, mas na hora dos finalmentes Taty sempre arrumava uma desculpa, eu a questionava mas era sempre saia pela tangente e dizia que estava tudo bem e eu sinceramente já estava ficando de saco cheio.
Estava terminando de arrumar as coisas na ONG para ir pra casa, chateado, pois pelo visto ia passar mais uma noite de sábado sozinho quando dona Clara veio falar comigo.
-Mad meu filho, quase me esqueci de você.
-O que foi dona clara?
-Acontece que semana que vem vou fazer nossa confraternização anual daqui da ONG lá no meu sítio e adoraria que você fosse lá passar o final de semana, tem piscina, tem cavalo vai ser bem divertido.
-Mas é claro dona Clara (trocadilho estúpido) vou sim.
-Que bom meu querido, fico contente que vá.
Esperei Tatyana para leva-la em casa como fazia toda semana e comentei sobre o convite.
-Parece ser interessante ela também falou comigo, mas viajarei a trabalho essa semana não sei se vai dar.
Apenas ri e não falei nada.
-Não fique chateado Mad, além do mais não poderemos chegar lá como casal ninguém sabe sobre nós.
-E não poderiam saber? Até onde sei já somos bem crescidinhos né? E a dona Clara não é nem minha nem sua mãe.
-Mad, vamos com calma, tá legal?
A conversa sobre o assunto se encerrou ali, a semana passou, Tatyana viajou e apesar de estar cheio de vontade durante toda a semana não enviei nenhuma mensagem para saber como estava e se a veria no sábado, eis que na sexta à noite eu recebo uma mensagem.
-Estarei lá amanhã, mas acho melhor irmos separados.
Preferi não responder, logo cedo no dia seguinte peguei meu carro e parti para o interior do estado onde ficava o sítio da dona Clara.
Depois de algumas horas cheguei ao local, era bem grande e cercado de muito verde.
Dona Clara me cumprimentou e alguns amigos já estavam lá, muita comida pra todos e lá estava ela, de saia jeans e camiseta branca, sentada conversando com uma conhecida nossa, cumprimentei com um beijo frio no rosto e continuei falando com o resto do pessoal.
E o dia foi passando, conversa vai conversa vem até que depois do almoço um dos nossos amigos teve a ideia de pegarmos algumas bicicletas que estavam por lá para darmos uma volta e conhecermos a propriedade, confesso que estava meio entediado então fui o primeiro a aceitar, a esposa desse amigo também aceitou junto com outra garota mais nova lá da ONG e essa menina convidou Tatyana também, que me olhou de canto e aceitou, mas disse que teria que trocar de roupa.
Alguns poucos minutos depois já estávamos prontos quando a Taty chegou, toda de negro usando uma regata bem colada e uma calça legging que era um crime.
Partimos a pedalar e jogar conversa fora percorrendo o sítio, Taty agora estava mais aberta a falar então andando um pouco na frente de nossos acompanhantes comecei a questionar tudo que estava rolando entre nós.
-Sabe Mad, é difícil pra mim, você viu um lado que nunca ninguém viu e eu não sei se estou pronta pra isso.
Eis que começa a cair uma chuva leve e nossos acompanhantes um pouco mais atrás começaram a gritar para voltarmos e eu no impulso gritei de volta.
-NÓS VAMOS CONTINUAR MAIS UM POUCO, EU SEI O CAMINHO NÃO SE PREOCUPEM.
Tatyana olhou pra mim meio assustada e eu apenas apontei para frente.
-Eu quero dar uma olhada na lagoa antes de voltamos e temos que falar mais sobre isso.
-Mad, eu não quero te magoar, foi maravilhoso, mas talvez…
Continuávamos pedalando até que paramos ao lado da lagoa que eu havia citado.
-Olha Taty, eu sinceramente não sei o que se passa, mas acho que já somos maduros pra lidar com isso, não estou te pedindo em casamento ou algo assim e nem estou te exigindo isso, mas se você quer passar a borracha e fingir que nada aconteceu por mim tudo bem. Disse isso a ela arrastando a bicicleta e descendo um pouco o desnível entre a trilha e a lagoa.
-Sabe Mad, eu tenho medo por mim, já fui muito magoada e estar com você… pra mim foi algo especial, algo novo, ai Mad estou tão confusa.
Larguei a bicicleta, coloquei minha mão direita em sua nuca e após olhar direto nos olhos dela comecei a beija-la bem devagar.
transando chuva 1
-Mad… não… não posso, podem ver.

Estávamos a uma distância considerável da casa e a chuva já engrossava, então a meu ver ninguém nos incomodaria.
-Mad… para.
Mesmo pedindo pra parar seus braços já estavam em volta do meu corpo, minha mão esquerda estava em sua cintura, trazendo-a para mim de forma a ficarmos bem colados, ela se entregou. Sua língua ardente e molhada era a prova disso, lentamente fui deitando-a na relva, paramos um instante e ficamos nos olhando fixamente um nos olhos do outro, eu apenas sorri e continuei no nosso beijo fogoso, as mãos passeavam em ambos os corpos.
Delicadamente coloquei minha mão esquerda sobre seu seio e fui descendo pela sua barriga, chegando lá em baixo voltei a subir a mão, alisando sua barriguinha linda lentamente enquanto mordiscava seu belo pescocinho, ela já estava bem ofegante e me deliciava com gemidinhos tímidos e leves, minha mão voltou a subir, só que agora com sua camisa entre os dedos e conforme subia, mais deixa a mostra seu belo corpo, estava com um sutiã azul escuro de renda que não me incomodou muito, comecei a beijar seus belos seios por cima da lingerie.
Ahhh… Maaaaaaaaad. Ela ia soltando as palavras em meio a sua respiração acelerada.
Eu delicadamente puxei com os dentes o bojo do sutiã deixando aquela maravilha à mostra, o biquinho saltado e rijo era a resposta que eu precisava para saber se estava no caminho certo, então coloquei minha outra mão para massagear o outro seio, voltei na sua orelhinha, lambendo e beijando de leve, Taty elevou o corpo como se tivesse tomado um choque, fui descendo a língua pelo pescocinho até voltar pro seio com o qual estava me divertindo antes, agora também dei uns apertozinhos de leve com a mão, voltei a beijar beeeem devagar, soltei o fecho do sutiã em suas costas e ela terminou o trabalho jogando-o para o lado agora aquelas duas belezas durinhas estavam soltos e com os bicos apontando pra mim, era tanta beleza em um só lugar que tive que para por um instante para observar. Fui acariciando um em cada mão, ver as expressões de prazer de Tatyana estavam deixando meu pau mais duro que ferro, por vezes dava uma esticadinha nos mamilos e ela ia à loucura.
chuva 2
Minha língua começou a dar voltas em círculos ao redor do biquinho direito, melando toda a bolachinha, roçava de leve os dentes no mamilo e dava algumas sugadinhas, suas mãos começaram a forçar minha cabeça contra o seio então eu soube que estava fazendo a coisa certa, então me dediquei a fazer carinhos com minha boca naquela delicia, depois voltei ao esquerdo, mamando, lambendo com a língua sempre muito molhada, Taty estava entregue, só curtindo, soltava gemidos mais expressivos agora, sempre com um “para” ou “aqui não” que eu teimava em ignorar, desci até seu umbiguinho onde minha língua também trabalhou bastante por um tempo, a língua deslizava, passeando e espalhando saliva, várias e varias vezes.
chuva 3

Taty levou meus lábios até os seus e me deu um beijo ardente e depois apenas sorriu, mesmo tendo o corpo de uma deusa era seu sorriso lindo que me dava um algo a mais de tesão, desabotoou minha bermuda e abaixou minha cueca, estávamos em uma inclinação então me coloquei sobre ela, deixando meu pau bem em frente a seu rosto e ela foi rápido ao segurar com sua mão esquerda, pegando bem na base e enquanto acariciava seu seio com a outra mão começou a me chupar deliciosamente. Sua língua envolvia minha cabecinha deliciosamente, sua boca estava bem quente e molhada e os movimentos de “apertar e rodar” que sua mão fazia no meu membro era espetacular, o boquete estava maravilhoso, depois começou a fazer movimentos com a cabeça, começou tímida mas logo chegou a um ritmo bem gostoso que estava quase me fazendo gozar.

chuva 4
-Quero fazer nos seus seios gata.
Ela deu um sorriso surpreso de quem gosto da ideia, ela pressionou os seios um contra o outro e eu aloquei devagar meu membro, me apoie utilizando minhas mãos no chão e comecei os movimentos, nada bruto, movimentação média, mas que deu muito prazer para ambos.
Quase perdi os sentidos, de tão boa era a sensação do meu membro entre aqueles dois montes, eu arfava de prazer, Taty por sua vez aliviava e aumentava a pressão, fazendo a coisa ficar cada vez mais deliciosa, eu já não aguentava mais e de repente o gozo subiu e eu não tive reação, um jato de porra explodiu na cabeça do meu membro lambuzando o busto de Tatyana.

-Nossa, estava guardando?
A forma como falou deixou claro que ela estava em êxtase, qualquer interrupção nesse instante colocaria tudo a perder, então tomei folego e me joguei entre suas pernas, ela abriu bem e mesmo ainda estando de calça deu pra ver a bela forma daquela pomba.
Fui puxando lentamente sua calça a fim de tirar, ela também, ajudou na hora de tirar sua calcinha que fazia conjunto com seu sutiã, tirei minha camisa e coloquei ali embaixo para que o terreno não atrapalhasse e lá estava sua bocetinha, devidamente depilada e com o brilho único do seu melzinho escorrendo.
Os pingos de chuva agora estavam mais fortes, fui com tudo em cima daquela boceta linda, mas chegando lá me contive, queria levar Taty a loucura, então comecei a beijar calmamente suas coxas ali perto da portinha, mas pra não derrubar o ritmo juntei três dedos que ficaram ali se lambuzando enquanto faziam carinho na sua entradinha em um ritmo mais rápido.
-Annnnnnnnnnnnw…. Maaaaaaaaaaad.
Com isso ela não parava de gemer, suas coxas eram lisinhas, sem nem uma marca, lambia muito e mordiscava, já os dedos alternavam o ritmo, hora rápido, hora devagar, cada vez mais molhados, comecei a roçar meu nariz em sua virilha e a beija-la ali, enquanto ela se acabava acariciando os seios com uma mão e curtindo uma siririca com a outra, depois fui descendo devagar e abocanhei sua cetinha, queria que meus lábios a sentissem por completo, era deliciosa a mistura de seu suor, seu mel e a chuva.
Fiz tudo bem demorado ali, brinquei com os grandes lábios, pincelei bem a portinha, lambia bem lá em baixo, mas sem brincar com o grelinho, já que ela estava fazendo esse favor a si mesma, depois coloquei sua mão pro lado e beijei seu grelinho, um beijinho carinhoso, depois deixei minha língua bem molhada pincelando ele um pouco.
-Saboroso.
Sua boceta sumia na minha boca enquanto eu tentava enfiar minha língua cada vez mais profundo, voltei a brincar com seu grelo, agora sugando e assoprando bem devagar depois, enfiei a cabecinha do meu dedo indicador do seu cuzinho, ela gritou deliciosamente então resolvi deixar o dedo lá, ela deitou de lado então agora eu a chupava intensamente enquanto minha cabeça se aconchegava entre suas coxas, tudo bem delicado, agora eu lambia e chupava sua cetinha com calma, mas não por falta de ímpeto, mas por Tatyana gostar mais dessa forma, meu membro já tinha voltado a todo o seu vigor e o pedido de Tatyana dizendo…
-Mad, agora me possui. Era o convite pra nos tornarmos um só, fui ficando lentamente sobre ela e primeiramente nos beijamos, eu fazendo carinho em seus seios e ela apertando minha nuca e rosto.
Fui introduzindo o membro devagar com minha mão direita, conforme entrava Taty ficava mais louca, já com a arma posicionada comecei a mexer devagar, apoiando minhas mãos ao lado do seu corpo enquanto a mão dela continuava a afagar minha nunca e a outra se apoiava no meu peito, com o membro dentro parei os movimentos, a abracei curtindo todo seu corpo e nos beijamos novamente, nossas mãos e braços iam e vinham e o prazer era latente, eu apertava seus seios, beijava seu pescoço, ela me arranhava as costas, me apertava e ficava cada vez mais molhada, voltei a usar minhas mãos como apoio e a voltar naquela penetração gostosa, hora beijando, hora pegando ar , deixei meu corpo bem elevado fazendo a penetração mais profunda, agora Taty gemia mais alto e me foquei em aumentar a velocidade.

chuva 5
-Ahhhhh MAdddd…… Ahhhhhh MADDd.. gostoso.
Eu já estava colocando tudo de mim nos movimentos, o calor de seu corpo me lava a loucura, o ritmo agora era frenético.
-Maddddddddddd. MAddddddddddd. AHHHHHHHHH.
A força que eu colocava estava quase tirando nos dois do lugar e não demorou muito para que eu sentisse as unhas de Tatyana se cravarem em minha pele e seu corpo amolecer conforme ela gozava bem gostoso.
-Maddd. Nossa.
Eu apenas dei um selinho nela e abracei carinhosamente, queria que ela se sentisse segura nos meus braços nesse momento.
-Foi tão gostoso, como pude…
-Como pode o que minha linda?
-Como pude me privar disso por tanto tempo.
Minha resposta foi mais um longo e molhado beijo.
-Uhnnn, ele ainda esta pulsando dentro de mim.
-Então você deveria fazer algo sobre isso, rss.
Ela riu e me jogou de lado, depois pegou meu membro e voltou a chupar, bem lento, lambendo a pontinha da cabeça e olhando pra mim, acariciava os seios enquanto fazia, o que combinado com sua camiseta dobrada sobre eles deixava tudo mais sexy.
Colocou as mãos sobre minhas coxas e sugava bem devagar, ela fazia tudo com muita calma e capricho, mamava com gosto e eu já não estava mais aguentando.
Lambia a base da cabecinha e sabia usar muito bem os lábios ali também, me punhetava ao mesmo tempo que lambia bem rápido.

-Não vou aguentar mais linda.
-Então solta.
Colocou a língua pra fora em espera, enquanto me punhetava bem rápido e não demorou muito, jorrei tanto que enchi sua boca e ela claro, engoliu sem pestanejar e ainda me presenteou com seu belo sorriso safado.
Quando terminamos a chuva já era forte, então rapidamente nos vestimos e voltamos correndo para onde estavam os outros.
-Meus filhos, que ideia louca é essa de sair na chuva? Perguntou dona Clara.
Não sei se alguém suspeitou de algo pois fui correndo para o quarto onde eu estava pegar roupas e logo depois corri para um dos banheiros da casa, Taty fez a mesma coisa e o resto do final de semana foi muito agradável para todos e eu ainda ganhei um bônus pois fiz um dos melhores” papai e mamãe” da minha vida e finalizei recebendo um boquete divino.

Há algum tempo eu compartilhei com vocês o começo da minha história com a Tatyana (quem não viu dê uma procurada em um conto meu chamado “Recatada”) depois daquilo as coisas ficaram meio estranhas entre a gente, tínhamos algo, só que não era um relacionamento assumido, porém no que dizia respeito a sexo Taty se mostrava um pouco distante.
A agenda dela era muito corrida e ela também viajava bastante, então era difícil nos vermos durante a semana e aos sábados nos víamos na ONG, porém eu estava sentido falta do “algo a mais”. Nos beijávamos, nos amassávamos, mas na hora dos finalmentes Taty sempre arrumava uma desculpa, eu a questionava mas era sempre saia pela tangente e dizia que estava tudo bem e eu sinceramente já estava ficando de saco cheio.
Estava terminando de arrumar as coisas na ONG para ir pra casa, chateado, pois pelo visto ia passar mais uma noite de sábado sozinho quando dona Clara veio falar comigo.
-Mad meu filho, quase me esqueci de você.
-O que foi dona clara?
-Acontece que semana que vem vou fazer nossa confraternização anual daqui da ONG lá no meu sítio e adoraria que você fosse lá passar o final de semana, tem piscina, tem cavalo vai ser bem divertido.
-Mas é claro dona Clara (trocadilho estúpido) vou sim.
-Que bom meu querido, fico contente que vá.
Esperei Tatyana para leva-la em casa como fazia toda semana e comentei sobre o convite.
-Parece ser interessante ela também falou comigo, mas viajarei a trabalho essa semana não sei se vai dar.
Apenas ri e não falei nada.
-Não fique chateado Mad, além do mais não poderemos chegar lá como casal ninguém sabe sobre nós.
-E não poderiam saber? Até onde sei já somos bem crescidinhos né? E a dona Clara não é nem minha nem sua mãe.
-Mad, vamos com calma, tá legal?
A conversa sobre o assunto se encerrou ali, a semana passou, Tatyana viajou e apesar de estar cheio de vontade durante toda a semana não enviei nenhuma mensagem para saber como estava e se a veria no sábado, eis que na sexta à noite eu recebo uma mensagem.
-Estarei lá amanhã, mas acho melhor irmos separados.
Preferi não responder, logo cedo no dia seguinte peguei meu carro e parti para o interior do estado onde ficava o sítio da dona Clara.
Depois de algumas horas cheguei ao local, era bem grande e cercado de muito verde.
Dona Clara me cumprimentou e alguns amigos já estavam lá, muita comida pra todos e lá estava ela, de saia jeans e camiseta branca, sentada conversando com uma conhecida nossa, cumprimentei com um beijo frio no rosto e continuei falando com o resto do pessoal.
E o dia foi passando, conversa vai conversa vem até que depois do almoço um dos nossos amigos teve a ideia de pegarmos algumas bicicletas que estavam por lá para darmos uma volta e conhecermos a propriedade, confesso que estava meio entediado então fui o primeiro a aceitar, a esposa desse amigo também aceitou junto com outra garota mais nova lá da ONG e essa menina convidou Tatyana também, que me olhou de canto e aceitou, mas disse que teria que trocar de roupa.
Alguns poucos minutos depois já estávamos prontos quando a Taty chegou, toda de negro usando uma regata bem colada e uma calça legging que era um crime.
Partimos a pedalar e jogar conversa fora percorrendo o sítio, Taty agora estava mais aberta a falar então andando um pouco na frente de nossos acompanhantes comecei a questionar tudo que estava rolando entre nós.
-Sabe Mad, é difícil pra mim, você viu um lado que nunca ninguém viu e eu não sei se estou pronta pra isso.
Eis que começa a cair uma chuva leve e nossos acompanhantes um pouco mais atrás começaram a gritar para voltarmos e eu no impulso gritei de volta.
-NÓS VAMOS CONTINUAR MAIS UM POUCO, EU SEI O CAMINHO NÃO SE PREOCUPEM.
Tatyana olhou pra mim meio assustada e eu apenas apontei para frente.
-Eu quero dar uma olhada na lagoa antes de voltamos e temos que falar mais sobre isso.
-Mad, eu não quero te magoar, foi maravilhoso, mas talvez…
Continuávamos pedalando até que paramos ao lado da lagoa que eu havia citado.
-Olha Taty, eu sinceramente não sei o que se passa, mas acho que já somos maduros pra lidar com isso, não estou te pedindo em casamento ou algo assim e nem estou te exigindo isso, mas se você quer passar a borracha e fingir que nada aconteceu por mim tudo bem. Disse isso a ela arrastando a bicicleta e descendo um pouco o desnível entre a trilha e a lagoa.
-Sabe Mad, eu tenho medo por mim, já fui muito magoada e estar com você… pra mim foi algo especial, algo novo, ai Mad estou tão confusa.
Larguei a bicicleta, coloquei minha mão direita em sua nuca e após olhar direto nos olhos dela comecei a beija-la bem devagar.
transando chuva 1
-Mad… não… não posso, podem ver.

Estávamos a uma distância considerável da casa e a chuva já engrossava, então a meu ver ninguém nos incomodaria.
-Mad… para.
Mesmo pedindo pra parar seus braços já estavam em volta do meu corpo, minha mão esquerda estava em sua cintura, trazendo-a para mim de forma a ficarmos bem colados, ela se entregou. Sua língua ardente e molhada era a prova disso, lentamente fui deitando-a na relva, paramos um instante e ficamos nos olhando fixamente um nos olhos do outro, eu apenas sorri e continuei no nosso beijo fogoso, as mãos passeavam em ambos os corpos.
Delicadamente coloquei minha mão esquerda sobre seu seio e fui descendo pela sua barriga, chegando lá em baixo voltei a subir a mão, alisando sua barriguinha linda lentamente enquanto mordiscava seu belo pescocinho, ela já estava bem ofegante e me deliciava com gemidinhos tímidos e leves, minha mão voltou a subir, só que agora com sua camisa entre os dedos e conforme subia, mais deixa a mostra seu belo corpo, estava com um sutiã azul escuro de renda que não me incomodou muito, comecei a beijar seus belos seios por cima da lingerie.
Ahhh… Maaaaaaaaad. Ela ia soltando as palavras em meio a sua respiração acelerada.
Eu delicadamente puxei com os dentes o bojo do sutiã deixando aquela maravilha à mostra, o biquinho saltado e rijo era a resposta que eu precisava para saber se estava no caminho certo, então coloquei minha outra mão para massagear o outro seio, voltei na sua orelhinha, lambendo e beijando de leve, Taty elevou o corpo como se tivesse tomado um choque, fui descendo a língua pelo pescocinho até voltar pro seio com o qual estava me divertindo antes, agora também dei uns apertozinhos de leve com a mão, voltei a beijar beeeem devagar, soltei o fecho do sutiã em suas costas e ela terminou o trabalho jogando-o para o lado agora aquelas duas belezas durinhas estavam soltos e com os bicos apontando pra mim, era tanta beleza em um só lugar que tive que para por um instante para observar. Fui acariciando um em cada mão, ver as expressões de prazer de Tatyana estavam deixando meu pau mais duro que ferro, por vezes dava uma esticadinha nos mamilos e ela ia à loucura.
chuva 2
Minha língua começou a dar voltas em círculos ao redor do biquinho direito, melando toda a bolachinha, roçava de leve os dentes no mamilo e dava algumas sugadinhas, suas mãos começaram a forçar minha cabeça contra o seio então eu soube que estava fazendo a coisa certa, então me dediquei a fazer carinhos com minha boca naquela delicia, depois voltei ao esquerdo, mamando, lambendo com a língua sempre muito molhada, Taty estava entregue, só curtindo, soltava gemidos mais expressivos agora, sempre com um “para” ou “aqui não” que eu teimava em ignorar, desci até seu umbiguinho onde minha língua também trabalhou bastante por um tempo, a língua deslizava, passeando e espalhando saliva, várias e varias vezes.
chuva 3

Taty levou meus lábios até os seus e me deu um beijo ardente e depois apenas sorriu, mesmo tendo o corpo de uma deusa era seu sorriso lindo que me dava um algo a mais de tesão, desabotoou minha bermuda e abaixou minha cueca, estávamos em uma inclinação então me coloquei sobre ela, deixando meu pau bem em frente a seu rosto e ela foi rápido ao segurar com sua mão esquerda, pegando bem na base e enquanto acariciava seu seio com a outra mão começou a me chupar deliciosamente. Sua língua envolvia minha cabecinha deliciosamente, sua boca estava bem quente e molhada e os movimentos de “apertar e rodar” que sua mão fazia no meu membro era espetacular, o boquete estava maravilhoso, depois começou a fazer movimentos com a cabeça, começou tímida mas logo chegou a um ritmo bem gostoso que estava quase me fazendo gozar.

chuva 4
-Quero fazer nos seus seios gata.
Ela deu um sorriso surpreso de quem gosto da ideia, ela pressionou os seios um contra o outro e eu aloquei devagar meu membro, me apoie utilizando minhas mãos no chão e comecei os movimentos, nada bruto, movimentação média, mas que deu muito prazer para ambos.
Quase perdi os sentidos, de tão boa era a sensação do meu membro entre aqueles dois montes, eu arfava de prazer, Taty por sua vez aliviava e aumentava a pressão, fazendo a coisa ficar cada vez mais deliciosa, eu já não aguentava mais e de repente o gozo subiu e eu não tive reação, um jato de porra explodiu na cabeça do meu membro lambuzando o busto de Tatyana.

-Nossa, estava guardando?
A forma como falou deixou claro que ela estava em êxtase, qualquer interrupção nesse instante colocaria tudo a perder, então tomei folego e me joguei entre suas pernas, ela abriu bem e mesmo ainda estando de calça deu pra ver a bela forma daquela pomba.
Fui puxando lentamente sua calça a fim de tirar, ela também, ajudou na hora de tirar sua calcinha que fazia conjunto com seu sutiã, tirei minha camisa e coloquei ali embaixo para que o terreno não atrapalhasse e lá estava sua bocetinha, devidamente depilada e com o brilho único do seu melzinho escorrendo.
Os pingos de chuva agora estavam mais fortes, fui com tudo em cima daquela boceta linda, mas chegando lá me contive, queria levar Taty a loucura, então comecei a beijar calmamente suas coxas ali perto da portinha, mas pra não derrubar o ritmo juntei três dedos que ficaram ali se lambuzando enquanto faziam carinho na sua entradinha em um ritmo mais rápido.
-Annnnnnnnnnnnw…. Maaaaaaaaaaad.
Com isso ela não parava de gemer, suas coxas eram lisinhas, sem nem uma marca, lambia muito e mordiscava, já os dedos alternavam o ritmo, hora rápido, hora devagar, cada vez mais molhados, comecei a roçar meu nariz em sua virilha e a beija-la ali, enquanto ela se acabava acariciando os seios com uma mão e curtindo uma siririca com a outra, depois fui descendo devagar e abocanhei sua cetinha, queria que meus lábios a sentissem por completo, era deliciosa a mistura de seu suor, seu mel e a chuva.
Fiz tudo bem demorado ali, brinquei com os grandes lábios, pincelei bem a portinha, lambia bem lá em baixo, mas sem brincar com o grelinho, já que ela estava fazendo esse favor a si mesma, depois coloquei sua mão pro lado e beijei seu grelinho, um beijinho carinhoso, depois deixei minha língua bem molhada pincelando ele um pouco.
-Saboroso.
Sua boceta sumia na minha boca enquanto eu tentava enfiar minha língua cada vez mais profundo, voltei a brincar com seu grelo, agora sugando e assoprando bem devagar depois, enfiei a cabecinha do meu dedo indicador do seu cuzinho, ela gritou deliciosamente então resolvi deixar o dedo lá, ela deitou de lado então agora eu a chupava intensamente enquanto minha cabeça se aconchegava entre suas coxas, tudo bem delicado, agora eu lambia e chupava sua cetinha com calma, mas não por falta de ímpeto, mas por Tatyana gostar mais dessa forma, meu membro já tinha voltado a todo o seu vigor e o pedido de Tatyana dizendo…
-Mad, agora me possui. Era o convite pra nos tornarmos um só, fui ficando lentamente sobre ela e primeiramente nos beijamos, eu fazendo carinho em seus seios e ela apertando minha nuca e rosto.
Fui introduzindo o membro devagar com minha mão direita, conforme entrava Taty ficava mais louca, já com a arma posicionada comecei a mexer devagar, apoiando minhas mãos ao lado do seu corpo enquanto a mão dela continuava a afagar minha nunca e a outra se apoiava no meu peito, com o membro dentro parei os movimentos, a abracei curtindo todo seu corpo e nos beijamos novamente, nossas mãos e braços iam e vinham e o prazer era latente, eu apertava seus seios, beijava seu pescoço, ela me arranhava as costas, me apertava e ficava cada vez mais molhada, voltei a usar minhas mãos como apoio e a voltar naquela penetração gostosa, hora beijando, hora pegando ar , deixei meu corpo bem elevado fazendo a penetração mais profunda, agora Taty gemia mais alto e me foquei em aumentar a velocidade.

chuva 5
-Ahhhhh MAdddd…… Ahhhhhh MADDd.. gostoso.
Eu já estava colocando tudo de mim nos movimentos, o calor de seu corpo me lava a loucura, o ritmo agora era frenético.
-Maddddddddddd. MAddddddddddd. AHHHHHHHHH.
A força que eu colocava estava quase tirando nos dois do lugar e não demorou muito para que eu sentisse as unhas de Tatyana se cravarem em minha pele e seu corpo amolecer conforme ela gozava bem gostoso.
-Maddd. Nossa.
Eu apenas dei um selinho nela e abracei carinhosamente, queria que ela se sentisse segura nos meus braços nesse momento.
-Foi tão gostoso, como pude…
-Como pode o que minha linda?
-Como pude me privar disso por tanto tempo.
Minha resposta foi mais um longo e molhado beijo.
-Uhnnn, ele ainda esta pulsando dentro de mim.
-Então você deveria fazer algo sobre isso, rss.
Ela riu e me jogou de lado, depois pegou meu membro e voltou a chupar, bem lento, lambendo a pontinha da cabeça e olhando pra mim, acariciava os seios enquanto fazia, o que combinado com sua camiseta dobrada sobre eles deixava tudo mais sexy.
Colocou as mãos sobre minhas coxas e sugava bem devagar, ela fazia tudo com muita calma e capricho, mamava com gosto e eu já não estava mais aguentando.
Lambia a base da cabecinha e sabia usar muito bem os lábios ali também, me punhetava ao mesmo tempo que lambia bem rápido.

-Não vou aguentar mais linda.
-Então solta.
Colocou a língua pra fora em espera, enquanto me punhetava bem rápido e não demorou muito, jorrei tanto que enchi sua boca e ela claro, engoliu sem pestanejar e ainda me presenteou com seu belo sorriso safado.
Quando terminamos a chuva já era forte, então rapidamente nos vestimos e voltamos correndo para onde estavam os outros.
-Meus filhos, que ideia louca é essa de sair na chuva? Perguntou dona Clara.
Não sei se alguém suspeitou de algo pois fui correndo para o quarto onde eu estava pegar roupas e logo depois corri para um dos banheiros da casa, Taty fez a mesma coisa e o resto do final de semana foi muito agradável para todos e eu ainda ganhei um bônus pois fiz um dos melhores” papai e mamãe” da minha vida e finalizei recebendo um boquete divino.

Agradecendo o carinho

Logo quando comecei a faculdade, me inscrevi em um programa de voluntários da cidade e com isso nas tardes de sábado fiquei um período dando aulas de reforço em uma das escolas da região. Tinham poucos alunos, 12 no total todos do primeiro ano do ensino médio, eu dava uma força onde eles tinham dificuldades quando os assuntos eram português e matemática. Eram oito garotos e 4 garotas, nessa mesma época eu comecei a escrever meus contos e tinha alguns poucos leitores fieis e me comunicava muito com uma garota que usava um perfil fake e se dizia minha maior fã e que adorava fantasiar comigo.
Levava minha vida de universitário, instrutor de reforço aos sábados e relatando minhas experiências sexuais quando tinha tempo.
Certa vez cheguei mais cedo na escola em que eu ajudava e na quadra da escola estava tendo aulas de dança do ventre com outra voluntária e fui admirar a beleza das “novinhas” entre elas tinha uma das minhas alunas, seu nome ela Laura, era uma garota normal na sala, não era tímida mas também não era totalmente solta, morena da pele clara, cabelos encaracolados e tinha um belo sorriso e lábios carnudos chamaram minha atenção logo no primeiro dia, porém até então sequer tinha pensado em algo malicioso com ela, até aquele dia. Ela estava com a barriguinha de fora, mostrando uma barriga magrinha, não tinha muito bumbum, mas suas pernas eram lindas e confesso que ver seu umbiguinho enquanto seu corpo dançava conforme a música me deu um certo tesão na hora, enfim acenei para ela e outra aluna minha que lá estavam e me encaminhei para a sala. Voltando a minha parte escritora, depois de um tempo conversando com a garota que dizia ser minha maior fã acabamos ficando bem íntimos e depois de muito papo ela decidiu me enviar umas fotos suas sem roupa e grande foi a minha surpresa quando descobri quem ela era, minha bela aluno dos sábados que me hipnotizou com seu umbiguinho Laura.

Era uma situação muito controversa, durante a noite falava e recebia fotos de uma menina muito safada e durante as aulas de sábado muito mal recebia um sorriso de uma aluna meiga e recatada, essa situação estava me deixando louco, eu a observava e lembrava os seus pequenos seios nus que via em suas fotos, da sua barriguinha e de como seria fácil manipular seu corpo magro para as mais diferentes posições no sexo e isso fazia com que meu pau ficasse a mil embaixo da mesa da escola.
Eu me controlava, afinal de contas não poderia chegar e dizer para Laura quem eu era, o mistério é parte integrante em ser um escritor de contos eróticos, certa vez em um de nossos papos cogitamos a possibilidade de nos encontrarmos e eu simplesmente respondi em certo momento “nunca se sabe o que o destino reserva para dois corpos que se desejam”, ela apenas riu e eu só conseguia pensar na estranheza da situação.
O tempo passou e o semestre estava chegando ao fim, fui para o última dia de aula e também já tinha decidido que não iria continuar esse trabalho no semestre que estava por vir, já havia duas semanas que apenas alguns poucos alunos apareciam e nenhum deles ficava até o final da aula, Laura era uma das que não apareciam e de certa forma me senti triste e aliviado ao mesmo tempo, pois não sabia onde nossa situação poderia terminar. Era um sábado muito chuvoso e já passava das dezessete horas, eu ainda estava na sala solitário esperando que o

temporal passasse para ir embora quando fui surpreendido por uma saudação.
-Olá professor, tudo bem, gostaria de saber se o senhor ira devolver as provas que fizemos.
Meu coração palpitou, era Laura, Com uma calça legging preta e por cima aquele cinto pedrinhas que dançarinas do ventre usam e com um top preto e sua barriguinha totalmente a mostra.
-Oi Laura, pode entrar, vou procurar aqui para você.
Ela se aproximou e ficou ao meu lado enquanto eu procurava os papeis em minha pasta e assim que eu os achei lhe entreguei.
Ela pegou e disse: -Feliz ano novo professor. – e com isso me deu um beijinho no rosto.
Sentir o seu cheirinho de garota suada foi a gota d’agua para mim, quando ela se virou para partir, a segurei pela cintura, fui ao seu ouvido e disse:
-Nunca se sabe o que o destino reserva para dois corpos que se desejam.
Ela se virou, com uma cara de choque, que não acreditava no que estava acontecendo e esboçou um sorriso amedrontado.
-Mad, é você?
Eu respondi pegando mais uma vez em sua cintura e lhe dando um beijo, no começo ela resistiu, porém em breve se entregou, foi um beijo lento e suave, porém bem gostoso. Após largar o seus lábios ela tentou dizer algo, porém coloquei meu dedo em sua boca e disse:
-Não há nada a ser dito.
Fui até a porta e a fechei e ainda coloquei uma cadeira embaixo da maçaneta para que ninguém nos atrapalhasse, nossa única reação era olharmos uma para o outro, voltei a me aproximar dela e dessa vez segurei com firmeza seu rosto e lhe dei um beijo com intenso tesão e ela logo se entregou, agarrando minha cabeça e enfiando sua língua molhada na minha boca.
Minhas mãos iam pelas suas costas e quadril, enquanto ela apenas segurava minha cabeça e se dedicava ao beijo e em certo momento sussurrou: -Mad, professor, não pode ser.
Como eu havia dito antes, não havia nada mais a ser dito e voltei a chupar seus lábios e a continuar nossa dança de línguas, ela tinha um hálito de morango, o que dava um ar de inocência ao momento foi descendo pelo seu pescoço, passando as mãos pelos seus seios e depois descendo a língua pela sua barriga, ela sentou na minha mesa e continuei beijando sua barriguinha linda até chegar a seu umbigo e lá fiz meu parque de diversão, lábia, chupava, sugava e com isso tive a primeira evidência de que ela estava gostando, quando ela gemeu e disse: -Ai que delícia.

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Continuei me deliciando em seu umbigo, mas queria mais. -Mad, delicia. –Era suspirava e repetia isso várias e várias vezes.
Apertava seu bumbum com vigor enquanto minha língua fazia movimentos circulares em seu umbigo, ela apenas gemia, então fui abaixando sua calça lentamente, ela me ajudou levantando as pernas, ela usava uma calcinha do estilo ”cueca” com alguns desenhos meigos. -Hmm que fofa. Ela apenas riu, dei a primeira roçadinha por cima de sua calcinha e senti seu corpo tremer, olhei em seu rosto e a vi vermelha de vergonha, fui abaixando sua calcinha também e lá estava aquela cetinha com pelinhos ralhos e rosadinha. Não me segurei, abri suas pernas de repente e em um lance de olhar minha boca se se chocava contra a “outra boca dela”.
-Ahhnn Mad, não, que que é isso…
De primeira utilizei apenas os lábios para iniciar aquela xotinha, rosada e bem suculenta, fui ao seu grelinho e comecei a sugar, olhando para ela. Seus braços se mexiam envolta do corpo, como se ela não soubesse o que fazer, depois veio à língua, de cima a baixo em pinceladas rápidas, agora aquela grutinha já me retribuía com seu mel salgadinho.

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Enviei a língua dentro e dei uma bela de uma sugada, e depois voltei a lamber bem rápido aumentando seu êxtase. -Tá gostando minha putinha? -Tô Mad. Ainn. Ela ficava cada vez mais molhada, abri sua bocetinha com os dedos e passei a língua bem lenta nas laterais, várias vezes, ela suava e gemia muito, roçava a ponta do meu nariz em seu grelinho e depois o beijava e chupava fazendo com que ela transbordasse em gozo, sua bocetinha estava tão molhada que eu não aguentava mais. Fiquei de pé novamente, abri meu zíper primeiramente para mostrar toda a empolgação que o meu cacete estava sentindo, depois deixei minha calça cair, fui me aproximando dela que por sua vez ficou calada e se dedicou apenas a acariciar meu pau pulsante por cima da cueca. -Posso Laura? Em resposta ela terminou de deitar o seu corpo na mesa e abriu as pernas, como se fosse um convite, tirei meu pau da cueca e apertando com firmeza sua tetinha direita com minha mão fui guiando meu pau com a outra em encontro a sua cetinha, antes de entrar fiquei pincelando o vãozinho da entrada bem rápido, o que a levou a loucura.
-Vai professor MAD. Enfia esse cacete em mim!!! Enfiei a cabecinha… -AHHHH isso delicia Gato. Fui deixando o resto do cacete rolar…. -AHHHH AHHHH isso vai professor vai… Deixei meu membro todo dentro deixando apenas as bolas pra fora, minha cabecinha já tocava a parede do seu útero…. -AHHHHHHHH AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHAINNNNNVAIIIVAII.

Puxei um pouco pra fora e dei a primeira estocada… -AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHGOZEIMADDDDDDDAHHHHHHHH!!!.
Um movimento foi o suficiente para leva-la a um frenesi que levou ao gozo rapidamente, meu pau estava mergulhado no gozo dela, seu corpo amoleceu e ela ficou ofegante na mesa, acabada, porém não quis saber, segurei embaixo dos seus joelhos e comecei a meter. -AHH MADD, tão quente…
Continuei no ritmo, ela delicioso meu pau passear naquela bocetinha encharcada, metia com força e às vezes sentia seus fluidos pingarem na minha virilha enquanto castigava aquela cetinha com meus movimentos. -Tá gostando safadinha? -Sim, muito professor.

retribuindo o carinho 3
Me aproximei mais, ergui suas pernas e as coloquei sobre meus ombros, sua cetinha que já era apertada, pressionou mais ainda o meu pau. -Aii Mad é tão grande, tá me enchendo toda, nunca tive um assim.
Apenas sorri e voltei a meter com mais vigor. -Toma sua safadinha. Ela gemia, gemia muito era muito prazeroso ouvir, agarrei ambos os seios e apertava com firmeza, aumentei mais os movimentos, ela quase foi aos gritos, meu pau a preenchia por completo e a cada estocada que eu dava minha glande se chocava contra seu útero. -Isso vádia, isso.
A virei de costas e coloquei suas pernas no chão, ela apoiou os cotovelos na mesa, tirei de vez minha cueca e me postei para pega-la de quatro, ela ia dizer algo, porém meu pau novamente varando seu corpo a interrompeu.
-Auuu, mad, gostoso.·.
Agora meus movimentos não eram muito brutos, porém eram bem rápidos, via o suor escorrer de seu corpo e me maravilhava, enrolei seus cabelos em minha mão esquerda e puxava de leve enquanto mandava ver.
-Gosta assim safada? Gosta?
-Sim professor. Continuei, não sei o que deu em mim, minha vontade era de mata-la de prazer naquele instante, meu corpo de chocava contra o dela com violência agora, sentia o meu membro mais encharcado e mais uma vez fui surpreendido.

retribuindo o carinho 4

-Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, gozei mad.
Laura havia gozado de novo, e ao ouvir seu gritinho e vê-la ofegante eu meio que voltei a mim, tirei meu pau melado de dentro dela na intenção de dar um tempo pra garota, puxei uma das cadeiras dos alunos e sentei, ela se virou e ficou olhando o meu membro e mesmo sem ar veio andando lentamente até mim, se ajoelhou e pegou meu cacete em suas mãos.

-Gosta professor, ops , digo Madizinho? – Me perguntou enquanto começava a me punhetar.
Respondi apenas fazendo carinho em seus cabelos e olhando no seu rosto de forma safada. Ela segurou na base do meu pau e começou a lamber, devagar, pra cima e pra baixo as laterais, usava um pouco os lábios e em pouco tempo já estava lambendo a ponta da minha cabecinha. -Isso safada, adoro. Enfiou tudo na boca, fez um garganta profunda até sufocar, eu ri dela então ela voltou, colocou os dentes na minha cabecinha e botou uma pressãozinha. -Auu! o que é isso? É pra você não rir mais de mim.
Agora o boquete estava perfeito, pra cima e pra baixo bem rápido, parece que já tinha alguma experiência em chupar, deixava os lábios passearem bem no corpo do meu membro e sugava maravilhosamente a cabecinha. -OHH gata, delicia. Começou a apertar meus bagos também e depois a suga-los. -Li nos seus contos que você adora ser chupado aqui, rsss.


-Vem senta, aqui. Ela se levantou, esticou bem uma das pernas fazendo graça e sentou no meu pau, desceu de uma vez, encaixou bem fácil, estávamos encaixados, frente a frente, sentindo a respiração um do outro, nossa primeira reação foi nos beijarmos, um beijo louco, descompassado e molhado, nosso tesão transbordava, coloquei minhas mãos para apertar com muita força sua bundinha, ela por sua vez apoiou as mãos nos meus ombros e começou a subir e descer bem devagar. -Ai Mad assim é tão gostoso. O ritmo aumentou rapidamente, porém ela parou de “subir e descer” e preferiu ”ir e voltar” e começou a rebolar no meu pau bem rápido, pra frente e pra trás me levando a loucura.
-Você é uma aluna muito levada sabia? -E o que eu mereço professor? -Merece um castigo.
Levantei-me com ela encaixadinha em mim, joguei seu corpo contra a parede e voltamos a nos beijar, depois levei minha língua até seus seios, ela suspirava, eu tentava lamber seus biquinhos suculentos, soltei seu corpo e rapidamente a virei de costas, com o rosto encostado na lousa.
-Esse vai ser seu castigo.
Coloquei meu pau com tudo novamente e com o corpo bem colado no dela hasteei meu mastro em seu corpo. -AHHH MAdddd. Delicia.
Voltei a socar meu pau, afastei meu corpo do dela para me dar mais mobilidade e nessa posição meu membro se chocava com mais força com a parede de seu útero, como se fosse um ponteiro em uma rocha. Metia, metia e metia mais, o ritmo ela frenético então comecei a dar vários tapas na sua bunda, mas não tapinhas leves, tapas fortes com a mão aberta que deixaram sua bunda vermelhinha, ela por sua vez gemia, pedindo pra parar porém sorrindo.
-Tá gostando do castigo? – Perguntei enquanto virava seu rosto pra mim. -Sim gato. Ela estava babando e com uma cara muito safada. -Se ajoelha. Ela abaixou com cara de quem não estava entendendo, porém logo entendeu o recado,
quando comecei a bater meu pau em seu rosto. Ela prontamente abriu a boca para recebê-lo, eu mais uma vez peguei nos seus cabelos e dessa vez comecei a foder a sua boca.
Metia rápido naquela boquinha, ela sempre olhando pra mim, enfiava bem fundo a fazendo sufocar e sugar que era uma maravilha, roçava a cabeça na sua bochecha pela parte de dentro, dos dois lados, depois tirei e comecei a bater a cabecinha em sua boca.
Sentei na minha cadeira e ela veio atrás, agora de costas a encaixei em mim, bem aberta, ela se esticou e apoiou as mãos na minha mesa e eu por minha vez segurei seu quadril para ajuda-la a erguer e descer sobre o meu pau.
-Vamos assim safado, adoro assim.
Ela começou movimentos rápidos e bem fortes, quicando pra no meu pau, às vezes escapava mais eu colocava pra dentro de novo.
-Gostosa, delicia. -Metemetemete ahhhhhhhhh.
Ela gozou mais uma vez, mas eu não queria parar, puxei seu corpo pra mim, agarrei ambos os seios e comecei a massagear, ela colocou suas mãos sobre as minhas e começou a rebolar pra frente e pra trás de novo, estava muito gostosa a sensação e eu já sentia o gozo vindo, passei meu braço esquerdo em volta de sua cintura para pressionar ainda mais seu corpo contra o meu, enquanto minha mão direita continuou massageando sua pequena tetinha, e assim intensamente o gozo veio.
-OHhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh. -Ahhhh MAdd, tão quente, tão gostoso. Gozei litros, direto no seu útero. Ficamos ali aproveitando um pouco daquele momento, em alguns segundos meu pau foi
ficando flácido e acabou saindo de dentro seguido por uma pequena cachoeira de nossos fluidos corporais misturados, ela se virou e ficou ali no meu colo me beijando.
-Nota dez professor? -Com certeza aluninha.
Ficamos assim um tempinho e depois ela se levantou, dei mais um tapinha em sua bunda e ela sorriu, pegou suas roupas e pedi para que fosse na frente, não queria que ninguém desconfiasse de nada. Ela partiu e eu fiquei ali sentado, pensando no que tinha feito e no quanto tinha sido gostoso.

Recatada (FELIZ 2015)

Bom pessoal, sei que ando meio ausente, sei que não sou o cara mais ortodoxo no que diz respeito a escrita, sei que repito muito palavras e tal , mas uma coisa que eu sei é que mesmo não estando aqui o tempo que eu gostaria eu adoro esse espaço e adoro o carinho de vocês que na maioria das vezes eu nem conheço mas que dedicam uma parcela do tempo de vocês para ler meus contos(tá eu sei que não são muitos)

Então gostaria de desejar um 2015 maravilhoso, cheio de conquistas para todos vocês e seus entes queridos

e deixo com vocês agora meu último conto de 2014

Já faz alguns anos que durante as manhãs de sábado e às vezes algumas tardes que eu sou voluntário de uma ONG que trabalha com animais abandonados da minha cidade, foi lá que há alguns meses atrás conheci a Tatyana.
Em uma bela manhã de sol enquanto eu preparava alguns filhotes para uma feira de adoção, a responsável pelo local veio me apresentar um das novas voluntárias, uma mulher linda, seu corpo era perfeito, violão, pele clara, sorriso lindo e longos cabelos pretos; blusa branca e saia bege, ambas sociais.
-Boa Tarde Mad, essa é a Tatyana, vai nos ajudar a partir de hoje. Disse dona Clara, responsável pelo lugar.
-Muito prazer Mad. Disse Tatyana, esticando a mão e com um dos sorrisos mais lindos que eu já tive a sorte de ver.
Eu a cumprimentei totalmente impressionado com tamanha beleza, porém esse nosso primeiro encontro foi breve, dona Clara logo a levou para apresentar aos outros voluntários e mostrar mais da rotina do lugar, enfim, continuei tocando meus afazeres e fui para o local da feira de adoção com mais alguns amigos voluntários do lugar.
Voltei no meio da tarde e após arrumar minhas coisas fui até a sala da administração e lá estavam Tatyana e dona Clara com alguns papeis e finalizando uma conversa.
-Tudo bem dona Clara, adorei o lugar e isso aqui já vai ser material suficiente para eu começar, disse Tatyana, na porta do lugar segurando algumas pastas com documentos.
-Boa tarde belas senhoras, tudo bem aqui? Eu disse para me fazer notar no lugar.
-Tudo sim meu querido, estávamos aqui falando sobre um pouco da parte jurídica, a Taty aqui é advogada e além das tarefas normais se prontificou a ajudar com essa parte burocrática, ela não é uma querida? Disse dona Clara.
-Fico feliz de ter pessoas tão pró-ativas nos ajudando Dona Clara.
-Eu fico feliz em ajudar, espero que possamos realizar muito mais coisas a partir de agora, esta ficando tarde, tenho que ir, posso usar o telefone pra chamar um taxi Dona Clara?
-Oh sim minha querida.
Naquele momento achei que o destino sorriu pra mim, e então não podia deixar passar.
-Olha, eu já estou terminando de descarregar as caixas, se você quiser eu estou de carro e posso te levar.
-Imagina, não quero incomodar.
– Não será problema nenhum, sério.
-Ok então, eu aceito. Ela respondeu mais uma vez com seu belo sorriso.
Terminei de organizar as coisas e voltei para avisar que estava indo, ela saiu na minha frente e não pude deixar de reparar suas belas pernas e sua bundinha empinada na saia, pensei mil loucuras, mas tinha que me comportar, por fim entramos no carro nos despedimos de Dona Clara e fomos embora.
-Muito obrigada novamente Mad, meu carro esta no conserto e até o meio da semana estou dependendo de taxis.
-É um prazer Taty, somos amigos agora e eu sempre ajudo os amigos.
Fomos conversando agradavelmente no caminho e nos conhecendo melhor durante o caminho, Tatyana me disse que era advogada especializada em casos de família, tinha 31 anos e estava morando na cidade há apenas nove meses e que sempre gostou do voluntariado, ao estar com ela, era óbvio que eu estava com uma verdadeira lady, era muito educada e hábil com as palavras e gestos, não era uma mulher qualquer e isso me encantava ainda mais, além do fato de não usar nenhuma aliança de compromisso.
Depois de alguns minutos chegamos a um dos prédios chiques da cidade e ai fiquei ainda mais convicto que ela não era mesmo qualquer uma.
-Foi um prazer Mad, espero não ter atrapalhado.
-Rss, já disse pra não se preocupar, o prazer foi meu.
Pensei em alguma forma de me convidar pra entrar, mas nada comum ia colar com ela e nada adequado me veio à mente.
-Até semana que vem. Ela acenou e partiu, eu não conseguia tirar os olhos da sua bela bundinha redonda.
A próxima semana veio dessa vez Tatyana apareceu na ONG com roupas mais informais e dona Clara me deu a árdua tarefa de passar para ela as tarefas do dia a dia do lugar, e depois disso mais semanas passaram e fui me aproximando e conhecendo mais da Taty, porém ela nunca me dava uma brecha, a chamei algumas vezes para jantar ou para um café, mas ela sempre dava um jeito de sair pelas beiradas, com uma elegância única, dessa forma não me sentia rejeitado e ficava com a sensação de que alguma hora eu poderia acertar o alvo.
Tinha se passado um pouco mais de dois meses desde que a Tatyana e eu nos conhecemos, certo sábado ela não apareceu na ONG, porém foi um dia sem grandes atividades e eu brevemente terminei o que tinha que fazer, na saída mandei pra ela uma mensagem via Whatsapp, ela respondeu dizendo que teve que resolver alguns assuntos e por isso não foi para o voluntariado naquele dia, disse também que estava na rua e me perguntou se eu estaria disponível para almoçar com ela, respondi prontamente que sim e combinamos em um shopping há alguns minutos dali.
Ela chegou alguns minutos depois de mim, linda como sempre, toda de social, agora com a blusa azul e a saia preta, chamava a atenção de todos e seu sorriso era capaz de dominar qualquer um.
-Oi. Cumprimentou-me com um beijo.
-Onde, você quer almoçar?

-Tem um restaurante vegetariano que me disseram que é maravilhoso, o que me diz de deixar de comer carne por um dia senhor Mad? Me propôs ela.
-OK, a senhora que manda meritíssima.
-Rss, isso é pra juízas, você sabe né?
-Detalhes, apenas detalhes, rss.
Comemos e tivemos mais uma conversa agradável, depois demos uma volta rápida no shopping onde ela comprou algumas coisas.
-Mad, não queria ser inconveniente, mas acho que vou precisar de sua carona, estou sem carro novamente.
-Sem problema nenhum.
-Prometo te compensar fazendo um ótimo café de cafeteira quando chegarmos ao meu apartamento ok?
-Perfeito, não poderia pedir mais, rss.
Pegamos o carro e fomos em direção a sua casa.
Como já era esperado, dessa vez ela me chamou para subir, seu prédio era de classe alta e realmente bem impressionante por dentro, fomos até o sétimo andar e lá finalmente entrei em seu apartamento, era enorme, largas paredes brancas e muito bem decorado.
-Vou guardar as coisas já volto, fique a vontade que já vou retornar para fazer o seu café.
Sentei-me em sua sala, tinha uma varanda, mas preferi ficar na parte de dentro mesmo.
Notei que ela passou por trás de mim e foi em direção à cozinha, minutos após ela voltou com duas taças e uma garrafa de vinho.
-Estou sem pó de café, na verdade essa é a única bebida que tenho aqui no momento, se importa?
-De forma alguma Taty. Respondi sorrindo.
Enchemos as taças e começamos a conversar.
-Um brinde a amizade?
-tim-tim.
– E ai, gostou do meu apartamento? Ela me perguntou após o primeiro gole.
-É sensacional, porém você não se sente sozinha em um lugar tão grande?
-Nem tanto, minha mãe vem quase uma vez por semana.
-E o namorado?
-Rss, esse ainda não encontrei.
Reparava em todos os gestos de seu corpo, seus lábios brilhantes, seus olhos tão vívidos, o primeiro botão de sua blusa aberto, suas pernas cruzadas, Tatyana era terrivelmente atraente.
Continuamos a conversar e a beber, duas, três, quatro taças e depois disso eu queria mais.
-Então Taty, advogada, voluntária, bem resolvida, não sente falta de mais nada em sua vida?
-Uhmm não. Respondeu jogando o cabelo pro lado.
-Não sente falta de um amor?
-Amores são complexos.
– Mas nem por isso deixam de ser interessantes.
-Você tá correto, mas é difícil encontrar alguém que valha a pena e se encaixe nos meus padrões.
-Hmm, então temos uma exigente aqui? Quais são esses padrões?
-Rss, sim muito, deixe me ver…
Nesse momento não resisti, segurei seu rosto e da forma mais singela possível lhe roubei um beijo, ela hesitou nos primeiros instantes, mas no final sua língua cedeu, porém ela logo a recolheu novamente.
-Nossa, nossa calma, acho que alguém se empolgou, rss. Disse ela visivelmente sem graça.
-Acho que esse vinho animou um pouco os ânimos, vou pegar algo para comermos e ver se isso passa.
Após isso Taty se dirigiu para a cozinha levando as taças, fiquei no sofá, mas logo notei que não teria outra chance como aquela e fui atrás dela.

Admirava seu corpo com meus olhos gulosos enquanto ela segurava duas embalagens diferentes e olhava para algumas torradas que estavam sobre o balcão a sua frente.
-Você prefere patê de ricota ou ervas finas?
Eu desviei meu olhar do seu, passei para trás dela, segurei sua cintura cuidadosamente disse no pé do seu ouvido:
– A única coisa que eu quero agora é você.
Segurei com firmeza sua cintura enquanto comecei a beijar de leve e devagar seu pescoço.
-Não, não é apropriado. Dizia ela com as mãos sobre meus punhos, porém sem exercer qualquer força.
Roçava meus nariz em sua nuca e agora a apertava contra meu corpo.

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-Vamos aproveitar o momento Taty, não há nada de errado em curtirmos um pouco de prazer.
Ela retirou suas mãos e as minhas começaram por sua barriga e em pouco tempo estavam por todo seu corpo, Taty já arfava quando resolveu se virar, segurar meu rosto e me dar um beijo ardente.
-Vem, mas vem com tudo. Disse ela com o rosto colado ao meu e com a respiração bem acelerada.
Continuamos a nos beijar, abri mais dois botões de sua blusa e vi seu sutiã preto protegendo seus belos seios, que logo tive que apertar, ela por sua vez não se demorou em abrir meu cinto e por sua mão por dentro da minha cueca.
-Parece grande, não vou… não vou conseguir me conter.
Virei novamente seu corpo, ela entendeu o recado e arrebitou sua deliciosa bunda, abriu bem as pernas e pediu:
-Me fode, me arregaça com força.

Nesse momento percebi que todo o seu recato tinha ido pro espaço, ela estava com uma calcinha preta do tipo caleçon que eu delicadamente abaixei para até depois do seu joelho enquanto ela olhava para trás sorrindo, sua bunda era linda, branca cheinha e lisinha, enchi a mão e dei uma bela apertada, uma apertada tão deliciosa que até suspirei com aquele rabo gostoso, ela também curtiu, gemeu baixinho e pediu.
-Dê uns tapinhas nela, por favor.
E rapidamente veio o primeiro tapa, depois o segundo e depois alguns outros, voltei a segurar e apertar e com a outra mão pincelava meu membro na portinha dela.
-Soca, soca essa rola pra dentro. Ela implorava, falava alto sem pudor nenhum, minha excitação foi a mil.
Fui entrando devagar e simultaneamente debruçando meu corpo sobre o dela, ela ia gemendo e me enlouquecendo, peguei seu seio esquerdo em minha mão, já com a outra afastei o cabelo de sua nuca e lhe dei um beijo e varias lambidas, meu membro já tinha entrado todo em sua grutinha quente que começava a umedecer muito, com os dedos abaixei um pouco o bojo do sutiã e comecei a brincar com o mamilo do seio já dominado.

-Isso, ahhhhh, delicia, me come gostoso Mad, seu pau é demais.
Deixei meu corpo ereto novamente, causando um arrepio em Taty, abaixei de vez minha calça e então minha mão direita se fixou em sua cintura e a esquerda em seu ombro então comecei a estocar com muita força.
Apertava bem ela enquanto metia, sua cetinha já estava encharcada o que deixava tudo mais delicioso pra mim, porém não era isso e sim seus gritos.
-Vai Mad, ahhh ahhh ahhh haaa haaa, arregaça, … me fode gostoso.
Tatyana agora era outra pessoa, seu lado puta me deixava maluco e eu só pensava em por mais força e velocidade em sua boceta enquanto ofegava.
-Ta gostando…sua safada?
-Sim, sou…. uma putinha safada agora…mereço ser castigada.
Confesso que ri com a cafonisse da frase, mas a foda estava muito gostosa, voltei a estapear seu belo bumbunzinho e depois com as duas mãos em sua cintura me foquei a botar pra dentro com tudo o que eu tinha.
-AHHHH AHHHH ISSO MAAD VAI…. AHHHHHHHHHHHHHH NÃO PARA SEU PUTO.
Coloquei o melhor de mim naquele vai e volta bem gostoso, ela não parava de gritar e logo todo meu empenho foi recompensado, com ela gozando bem gostoso no meu membro.
-Ahhhh.
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Ela se virou, com a maquiagem um pouco borrada, com uma leve saliva escorrendo no canto direito de sua boca e com sua boceta gotejando, não aguentei e voei sobre ela para mais um beijo imerso em tesão
-Delicia…. uhmm
A valsa de nossas línguas era voluptuosa, suja e exalava tesão, soltei de vez seu sutiã e fazendo movimentos circulares de fora pra dentro acariciava ambos os seios, ela agarrou meu pau e me masturbava lentamente envolvendo toda a palma da sua mão em meu membro.
-Como tá duro Mad… duroo… quente.
Levei minha cabeça a seu busto, me aconcheguei entre seus gêmeos e logo dediquei carinhos com a língua ao direito, ela envolveu minha cabeça em suas mãos quando comecei a mamar deliciosamente, ela inclinou mais o corpo, comecei a beijar o esquerdo também, bem lento e depois envolvia a língua no mamilo moreno e saltado.
-Que delicia… refrescante… ohhh. Ela disse gemendo e sorrindo.
A encostei no balcão e sem parar de me deliciar naqueles seios divinos coloquei minha mão esquerda para trabalhar entre suas pernas, sentia toda a textura com meus dedos passeando, indo e voltando na sua portinha, a cada volta ficavam mais melados e retiravam de Taty gemidos gostosos, ela como é pró-ativa ergue um pouco a perna esquerda por um breve momento, depois voltou a me punhetar lentamente, sua boceta gotejava em meus dedos, entrei com o indicador e o do meio, dando voltas bem gostosas, depois pousei meu polegar sobre seu grelinho e comecei a fazer movimentos circulares bem leves e lentos enquanto os outros dois dedos que já estavam dentro abriam e fechavam no mesmo ritmo.
-Ahhh Madd… Ahhhh.
Continuei nesse exercício, aumentando a intensidade e a velocidade, na parte de cima seus seios já estavam todos imersos em minha saliva, comecei a dar dentadinhas de leve e sugava com força quando por vezes deixava de fazer círculos com o polegar para fazer um “para o lado e pro outro” bem rápido.
-AHHHHHH MAD… AHHHHH AHHHHHHHHHH… AHHHHH. SAFADO OHHHHHHHHHHHHHHHH
Ela gemia muito, seu corpo tremia, sua pele estava em brasa, me ajoelhei diante daquela deusa e do chão fiquei olhando sua face, novamente ela teve minha cabeça em suas mãos e depois de lhe dar um belo sorriso, levantei um pouco mais a sua saia, agarrei sua bundinha e mostrei para sua boceta o que minha língua tinha a oferecer e ela toda puta voltou a gemer e gritar loucamente.
-AHHHH MADDDD… EU NÃO POSSO COM ISSO.
De inicio lambi muito a portinha, ela já levou uma das mãos ao seio, continuei pincelando, lento agora, com a pontinha da língua no seu clitóris, seu corpo tremia e coloquei meus lábios a chupar todo aquele mel que não parava de escorrer dali, ela se mexia de encontro a minha boca, o tesão era tanto que sem ao menos perceber eu me masturbava enquanto a chupava, a língua entrava e saia e eu puxava levemente seus lábios inferiores e me deliciava com eles na minha boca, agora ela gritava, por vezes sua mão aparecia rodando sobre sua cetinha, mas no fim agora ela pertencia a minha boca, os gritos não paravam e depois de uma respirada mais forte notei que seu fluxo de liquido lá embaixo aumentara.
-DE NOVO MAD…AHHHH OHH VOU GOZAR… NA SUA BOCA.
E assim ela o fez, me dando na boca o mais puro sabor da felicidade.
-Gostou gata?
Ela apenas jogou os cabelos de lado e riu, suas pernas estavam bambas e eu ainda na fissura, peguei ela pela cintura e a deitei no balcão, ela deu um gritinho de surpresa e quando pode perceber minhas mãos já estavam atrás de seu joelhos e meu pau adentrando mais uma vez em seu corpo.

-AHHH MADD.. SEU SAFADO.

Segurava firme suas pernas enquanto mandava ver, era lindo ver seu belo rosto sorrindo e seus seios balançando por vezes cobertos pela sua blusa azul, ouvir seu gemido que agora era doce, de uma mulher satisfeita que estava sendo domada, apoiei minhas mãos ao lado do seu corpo e botei mais pressão.
-OHHHH… TATY.UHHNNNNN.
-VEM CACHORRO, ISSO, BOTA COM FORÇA.
O barulho do choque de corpos era perfeito, ritmado, alto e constante, seus olhos viravam e meu pau deslizava livre entrando e saindo da sua boceta.
-Vou gozar linda.
-NÃOO! Ela gritou.
-Eu quero provar Mad, quero seu gozo pra mim.

Parei de meter e dei uns passos pra trás, ela prontamente se ajoelhou e pegou meu membro em suas mãos como se fosse um animal de estimação por quem ela tivesse muito carinho.
-Esse rapaz me deixou tão contente hoje, é hora de cuidar dele. Ela disse olhando pra mim.
O que veio a seguir foi uma sessão de prazer inimaginável pra mim, ela colocou a pontinha da língua entre os lábios levemente abertos e passou por toda a parte de cima do meu membro, depois segurando com os dedos a cabecinha contra meu corpo começou a lamber deliciosamente as minhas bolas.
-UHNNNNN, tão rápido já descobriu meu ponto fraco?

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Ela riu, continuou com as lambidelas singelas no meu saco e depois foi subindo a língua pelo corpo do meu membro até chegar à glande que ela abocanhou e chupou lindamente, agora segurando minhas coxas, tudo bem devagar, tudo bem prazeroso.
Entre seus lábios ela chupava só a cabecinha, o segurava e me olhando batia varias vezes o pico do meu membro contra a sua língua e depois voltava a chupar, agora sem usar as mãos, apenas fazendo os mais variados movimentos com a cabeça por uns bons minutos, segurou na base com sua mão direita e agora todo meu membro entrava e saia da sua boca em uma velocidade maior, o detalhe era que sua boca era muito molhada e ela fazia questão de deixar o máximo de saliva escorrer no meu pinto.

-OHHH.
Vendo que eu não aguentaria por muito tempo, ela começou a me punhetar, mantendo apenas a ponta da cabecinha em sua língua e logo o primeiro filete veio, deixando um rastro reto em sua língua, foi coberto pelo segundo, nisso ela soltou meu pau e as rajadas agora eram desorientadas e em poucos segundos todo o seu rosto estava encoberto pela minha porra.
-Vem Mad, vou lamber toda a sua goza.
Fechou os olhos e sugou com força a cabeça do meu pau, me causando um arrepio que atingiu até a alma.
Olhei em sua face e ela levava todo meu esperma espalhado em seu rosto até sua boca com os dedos, eu apenas sorri, era a única maneira que encontrei de demonstrar minha satisfação com o momento.
Ela se levantou e sem falar nada pegou minha mão e me conduziu até seu quarto.
-Fica a vontade e me espera. Disse apontando pra cama, ela se dirigiu até seu banheiro, tentei ir atrás, porém ela trancou a porta, retirei a colcha de sua cama, que era de casal e deitei, retirei minha camisa e fiquei ali nu aguardando.
Depois de alguns minutos ela voltou, nua com o corpo levemente molhado e encostada a porta ficou se acariciando com a nítida intenção de me provocar.
-Nossa Taty, seu corpo é maravilhoso.
E não foi dito só pra agradar, a estrutura física dela era uma coisa única e sensacional.
Ela se deitou do meu lado e logo começou a brincar com suas mãos e meu menino novamente, puxei seu rosto para mais um beijo, dessa vez bem lento e gostoso, enquanto curtíamos esse momento usei minhas mãos para apalpar e explorar bem seu belo corpo, principalmente os seios, depois de tantos estímulos meu membro já estava ativo novamente e Taty não perdeu tempo, ficou de costas pra mim e foi sentando no meu membro bem devagar, a cada centímetro do meu pau que eu via ser engolido pelo seu corpo maior era o volume do seu gemido.

E ela continuou, varias e varias vezes, sentando e saindo bem devagar, provando toda a extensão do meu pau e depois o devolvendo, segurou firme na sua base e procurou colocar ele pra dentro novamente, porém dessa vez usando a porta de trás, com uma descida agora mais lenta foi devorando meu cacete com seu cuzinho rosado, se auto torturando em busca de prazer e com os gritos agora mais safados do que nunca.
-AHHH MADD, ME DA PRAZER, ME ARROMBA TODA, SOU TODA SUA, ME FODE GOSTOSO.
Tatyana estava em êxtase, me pedia para fode-la, mas ela mesma já estava fazendo todo o trabalho, a subida e a descida agora eram mais rápidas e rapidamente parecia que estava fodendo sua boceta devido à facilidade que meu pau entrava e saia do seu rabinho, ela desmontou de mim e me chamou com o dedo sem proferir uma palavra sequer, eu entendi o recado a peguei por trás, no cachorrinho e enfiei com tudo minha rola no seu rabinho rosado.

-ISSO MAD VAI MAD VAI MAD VAI MAD VAI MAD AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH.
Socava intenso, ela não era a única que estava em êxtase, meu corpo já estava em um frenesi de prazer e eu já não respondia por mim, colocava o mais rápido e o mais forte que eu conseguia meu membro dentro do cu apertado de Tatyana, até que uma explosão de prazer a consumiu.
– MAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAADDDDDDDDDDDDD AHHHHHHHHHH.

Novamente o gozo veio pra ela, se esparramou na cama e depois de tirar meu membro ainda em riste de dentro dela a abracei por trás e fiquei ali curtindo o seu momento.
-Nossa, tenho que dizer Taty, jamais imaginei.
-Imaginou o que? Que eu não gozava e ficasse molhadinha com sexo anal?

– Rsss, que você fosse tão safada e boa de cama. Falava enquanto fazia carinhos em seus cabelos e enchia seu pescoço de beijos.
-Vai mudar comigo devido a isso??
-Depende de quantas vezes mais você vai me convidar pra vir aqui. Respondi lhe dando um selinho.
-Rsss, vejo que tem um garoto animado ainda. Ela disse apontando pro meu pau duro que roçava em sua coxa.
Acho que você deve fazer algo quanto a isso. Ela sorriu e virou meu corpo de lado me deixando de barriga pra cima e novamente montou em mim, agora de frente, sentou novamente escondendo meu membro bem devagar, levou as mãos aos cabelos e com os olhos fechados e uma cara bem safada começou a cavalgar deliciosamente.
-Gosta MAD? GOSTA ASSIM??!!
Ia pra frente e pra trás bem gostoso, rebolava no meu pau, levou minha mão até seus seios e me fez aperta-los enquanto me enlouquecia.

-Gostou delicia?
Aumentou o ritmo, era sensacional, apoiou suas mãos em meu peito e colocou seus quadris para trabalhar em um ritmo frenético, meu pau saia quase todo e quando pensava que ele ia escapar sua boceta o engolia novamente, era como se meu membro estivesse sendo atacado initerruptamente por ondas do mar.
-VAI MAD AHHHH. GOZA PRA MIM GOZA.
Aquele movimento, aquela vibração, não demorou muito para que eu gozasse dentro de Tatyana.
AHHHHHNWW QUE DELICIA, TODA QUENTE DENTRO DE MIM MADDDDD.
No ímpeto a agarrei e a beijei, a trouxe para o meu lado e enquanto minha porra escorria comecei a masturbar rápido sua boceta, esfregando seu grelinho e ela não me decepcionou e gozou novamente, misturando meus fluídos com os seus.
Depois disso nos beijamos mais uma vez, o mais demorado do dia e como estávamos exaustos dormimos de conchinha.
Já passava das onze da noite quando acordei na cama de Tatyana, ela tinha ido para a cozinha estava de hobby e disse que tinha feito algo para comermos, fiquei com ela mais algumas horas vendo “Antes da meia noite” e depois fui embora, pois no dia seguinte sua mãe estaria lá e seria estranho me ver.
-Em um dia as coisas aconteceram tão rápido não é Mad?
-Talvez seja assim que as melhores coisas têm que acontecer.
Me despedi com mais um beijo e desse dia em diante Tatyana vem sendo uma constante em minha vida.

BOM ANO NOVO PARA TODOS.

A estagiária safadinha pt.2

Na hora do almoço cheguei antes que ela no terceiro andar, uma coisa que pouca gente dava atenção no prédio era que no terceiro andar havia uma sala que o pessoal do almoxarifado usava para guardar o estoque de material de escritório e que ninguém entrava lá, falei com o Marcinho que tocava o almoxarifado nesse período e como ele era muito meu amigo mandei logo a real pra ele do que tinha em mente, ele apenas e riu e disse que um pedido desses não se nega e me deu a chave do deposito.
Fiquei em um corredor de onde dava pra ter uma vista da saída do elevador, não queria ficar muito exposto, depois de um tempo Carol chegou, vi que se despediu de alguém no elevador e por uns instantes parecia desorientada em que direção ir até que eu acenei discretamente e ela veio em minha direção.
-Aonde vamos?

Não respondi, dei uma ultima verificada, mas por ser hora do almoço o andar estava vazio, abri a porta rapidamente a puxei pra dentro, apaguei a luz e tranquei a porta.
Abracei a garota bem colada ao meu corpo.
-Então a senhorita vai ficar nessa de ficar me provocando é?
Sua respiração era intensa, ela parecia assustada e nada disse.
-Vamos ver como será sua postura depois de hoje.
Falei e em seguida comecei a beijar seus doces lábios com sabor de morango.
-Aiii Mad, como você tá. Ela dizia e logo voltava a chupar minha língua.
Tirei seus óculos e coloquei sobre uma das prateleiras que ali tinha, ela me puxou novamente para nosso beijo cheio de tesão, fui abrindo seu zíper enquanto ela me beijava, desabotoei sua calça e enquanto ela se afastava pra tirar ela de vez não perdi tempo, também tirei a minha e deixei meu pau em riste pra fora, ela olhou admirada e mordeu os lábios, ataquei com mais um beijo só que dessa vez enchendo minhas mãos freneticamente com as carnes de sua bundona branca.
-Não era isso que você queria me mostrar? Hein? Perguntava enquanto estapeava e beliscava seu rabo gostoso.
-Sim… Era… Aiii. Ela respondeu enquanto eu sugava seu pescoço gostoso.
Éramos um temporal de mãos em corpos, nossas línguas pulavam de nossas bocas e nossos lábios se amavam, a levei até o canto da sala e a coloquei sentada de frente pra mim em uma pilha de caixas fechadas de resmas de papel.
-Geme baixinho.

Abri os três primeiros botões de sua camisa, deixando seu sutiã também preto à mostra e os biquinhos dos seus seios já faziam protuberâncias nele.
Tirei seu sutiã e dei uma chupadinha de leve no mamilo esquerdo por cima da camisa, coloquei as duas mãos em volta do seio esquerdo e o fiquei sugando, ela delicadamente abaixou a camisa na altura do seio direito e eu fui diretamente nele, envolvi meus lábios e o chupei deliciosamente, seu mamilo estava duro, ela começou a acariciar o esquerdo com uma mão e meus cabelos com a outra enquanto eu me divertia ao ver ela gemer baixinho, continuei ali docemente mamando nas tetinhas bem devagar, mas lembrem de que minha intenção era pegar pesado com Carol para ver se ela aguentava um homem de verdade no ápice de seu tesão.
Abri mais um botão de sua camisa e dei um puxão nela até mim.
-Ahhhh.
-Geme baixo gata, senão vai nos complicar.
-Tá Mad.
Encostei ela contra a parede e voltamos a nos beijar calmamente, enviei a mão dentro da sua calcinha e vi que já estava molhada, tirei a mão de dentro e por fora, afastando a parte da frente da calcinha pro lado coloquei meu indicador, meu anelar e meu dedo do meio a dedilhar a mais excitante das melodias na portinha da boceta dela.
-Ohhhhh mad, gostoso.
Tentava beija-la enquanto fazia isso, mas ela simplesmente não conseguia, de tanto que gemia e arfava, então fiquei apenas olhando sua cara de tesão, colocou as mãos ao redor do meu pulso como se quisesse me conter, mas não deu prosseguimento, apenas ficou ali curtindo o momento, enfiei dois dedos dentro e continuei minha tortura.
-Vai mad, vaiii, ahhhhnnn.
-Geme baixo….
-Ahhh Mad, não dáahhhhHHH.

Teve seu primeiro orgasmo ali na minha mão, ficou bem mais ofegante e com o corpo molenga, era o momento ideal para eu agir.
Abaixei e com sua ajuda retirei sua calcinha, coloquei uma camisinha no garoto e gentilmente fui esticando as mãos dela até que ficasse totalmente apoiada na pilha de caixas e sua bundinha ficasse empinadinha pra mim com ela de quatro.
-Agora é minha vez.

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Fui colocando delicadamente a rola pra dentro enquanto ela gemia bem baixinho, fiquei ali curtindo o aperto que aquela cetinha me proporcionava e dei três trancos fortes para ela sentir.
-Ai Mad, como você é mal. Ela me disse sorrindo e mostrando que estava curtindo a brincadeira.
-Você tá ciente que agora o seu chefe vai foder violentamente a sua boceta não esta?
-Estou sim e como sou uma estagiária exemplar estou muito feliz por isso.
Apoiei uma mão em sua cintura e a outra em seu ombro e comecei meu show, comecei a socar bem forte e bem violento, sua pele branquinha, sua bundinha gostosa, seu cheiro, seu sabor, sua cara de menina inocente sendo fodida só me davam mais motivos para continuar, logo ambas as mãos estavam em sua cintura e meu quadril a trabalhar frenético junto ao dela, ela só fazia gemer e sempre que aumentava mais o som eu voltava a avisar.
-Geme baixo.
Dei uma parada e peguei duas caixas que estava ali do lado e coloquei atrás dela.
-Apoia os joelhos aqui.
Ela prontamente atendeu, sem desapoiar as mãos das outras caixas, voltei a minha posição e agora fodia mais forte e mais gostoso devido à posição.
-Ahhh Mad, me fode totalmente chefe.

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Por vezes deixava meu corpo bem colado ao dela e pedia para que rebolasse coisa que a danada fazia muito bem, quando recuperava o folego voltava a bombar sem piedade aquela bocetinha linda.
-Viu… ahhhhh. O que dá provocar o chefe?
-Ahhhhh, uhhnnn, eu tô adorando. Disse ela bem baixinho.

Não demorou muito para que ela gozasse novamente e ficasse com a cetinha toda melada de seus fluídos.
Desengatei dela por uns instantes, ela já mostrava estar exausta, ao redor de sua cetinha sua pele estava toda vermelha, mas eu ainda queria mais. A coloquei sentada novamente na pilha de caixas maior e agora com ela bem aberta e bem colocada em mim comecei a fode-la de frente.
-Coloquei o pau pra dentro e fiquei deslizando pra dentro e pra fora devagar, abri os botões que restavam da sua camisa deixando a mostra sua barriguinha linda, depois segurei atrás de seus joelhos e voltei a malhar aquele cetinha com mais voracidade.
-Gosta assim safadinha?
-Sim ahhh… Gosto… Que gostoso… Safadinho.
Ela gemia muito, só que de forma meiga e bem baixinho, ela delicioso ouvir, começou a acariciar o próprio grelo enquanto eu a fodia, isso me deixava ainda mais excitado e fazia com que eu aumentasse a velocidade e a pressão dos meus movimentos, massageei e dei tapinhas de leve nas tetinhas (rapazes lembrem-se por mais no embalo que vocês estejam tapas nos seios não devem ser fortes, só aquela pressãozinha para balançar, essa é uma zona bem fácil de machucar as garotas).
-Ahhh mad… Vou gozar. De novo.
E dessa vez eu pude ver, foi só um pouquinho, mas seu melzinho gostoso escorreu livre pra fora da cetinha.
-Linda.
A coloquei de pé contra a parede, tirei a camisinha e sua blusa.
-Eu ainda não acabei gata.
Fiquei bem colado e pra finalizar meti a rola pra dentro do cuzinho dela.
-Nãooo MAd, ai não.
-Hehe, aqui sim gata,
-Não, eu nunca dei ai.
Fiz que não ouvi e soquei tudo pra dentro, ela respirou fundo e depois ficou calada, segurei em ambos seus pulsos e comecei o vai e vem gostoso, não demorou muito para Carol esboçar alguma reação.
-Hmmm, Tá doendo, doi.
-Doi safada?
-Sim, simmm.
-Quer que eu pare?
-Hmmmm… Não… Dói, mas também é bom.
Dei uma suavizada na pressão, mas continuei curtindo aquele cuzinho gostoso e apertado

-Você é muito safado Mad. Disse Carol antes de começar a rebolar para a minha surpresa.
Parei os movimentos e deixei que ela ficasse com todo o trabalho agora, fiquei ali de boa curtindo os movimentos dela.
-Isso safada… Ahhhh.
Novamente bem colado voltei aos trabalhos, mas não durou muito, aquele cu era muito bom e rapidamente esporrei dentro dele.
-Uhmmmmmmmm, gozei safada.
-Gostoso?
-Sim
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Ela estava suando e com cara de exausta, suas pernas bambas.
Nos vestimos e perguntei:
-Curtiu ser pega assim?
Ofegante ela respondeu apenas com um sorriso bem safado.
Eu a dispensei do resto do expediente, ela ainda tremia e achei melhor ela ir para casa descansar, ela me deu um selinho e partiu.
Continuei o expediente, mas ainda estava na fissura, então quando sai do trabalho peguei a Beatriz no serviço e dei mais três com ela no motel, lá um pouco antes de ir embora pego meu celular e vejo mais uma mensagem de Carol.
“Ansiosa para fazer anal novamente”
Algo me diz que eu iria ter dores de cabeça… ou não.

Deixem seus comentários, adoro saber o que vcs acham😉

A estagiária safadinha pt.1

Há algum tempo atrás eu contei para vocês sobre uma situação que eu tive com a Bia, a ninfetinha da loja de celulares, o que eu vou contar agora a aconteceu algumas semanas depois.
A vida estava indo de uma forma deliciosamente normal, o trabalho ia bem, estava sempre saindo com a Bia e transando praticamente todos os dias apesar de nunca termos firmado uma relação séria, eu a levava para motéis bacanas e a passeios onde ela não estava acostumada a ir e isso tudo a vislumbrava, mas quem disse que o que esta bom não pode melhorar?
Era mais um dia comum de trabalho, chegou a hora do almoço e fui para o restaurante com o meu time, incluindo a Carol, eu estava muito contente em ter uma estagiária de 18 anos muito bonita e sexy, confesso que adorava andar pela empresa com ela ao meu lado causando assim inveja em muita gente.
-E ai patrãozinho, soube que você e a Bi tiveram uma “bela noite” ontem.
-Menina, não fica falando disso aqui.
-Ownn, que fofo, ficou vermelho.
-Nem vem, e você anda bem assanhada viu, onde já se viu ficar perguntando da intimidade alheia?
-Ahh, eu e a BI somos best friends e achei que eu e você também fossemos.
-Haha, ok, mas não a ponto de ficar falando dessas intimidades.
-Tá bom, nossa como você tá chato hoje, não importa, a Beatriz vai continuar me contando tudo, não quero mais papo.

Ela saiu do meu lado e começou a andar mais rápido, como se estivesse chateada, eu sinceramente achei estranho, porém não me preocupei, pois após alguns segundos ela virou pra trás e me mostrou a língua com seu jeito moleca de sempre.
No restaurante durante o almoço rolou aquele bate papo que sempre rola em almoços com o pessoal da empresa, reclamar do chefe, falar mal de alguém, esse tipo de coisa, notei que em certo momento Carol pegou seu celular e algo que ela viu lá deixou sem semblante triste.
-Aconteceu algo? Mariana, umas de nossas colegas perguntou.
-Não, não, tá tudo bem. Carol respondeu forçando um sorriso.
-Ahh, deve ter brigado com o namorado. Bruno que também estava com a gente disse em tom de piada.
Mais uma vez Carol forçou um sorriso e guardou seu celular na bolsa, agora já não tinha mais dúvidas de que algo estava errado.
No caminho de volta voltei ao lado de Carol colocando a mão no seu ombro, ele meio que automaticamente deixou seu corpo colar sobre o meu, como se precisasse de um abraço.
-Tá acontecendo alguma coisa best, ou devo te chamar te peste?
-Nada não, esta tudo bem.
-É seu namorado não é?
-Éhh, mas nada importante.
Eu já tinha conhecido o namorado dela antes, sujeito babaca, ciumento e era rude com ela, era da idade dela, mas pra mim isso não é motivo para ser idiota.
-Ele está te tratando mal, se tiver me fala que eu vou lá e esbagaço a cara dele.
-Sabe… Tá difícil, não sei se quero mais, ele diz que gosta de mim e antes quando estamos sozinhos ele era um amor, mas agora nem isso, sei que ninguém gosta dele por causa do jeito, mas enfim, estou muito confusa, mas agradeço a proteção. Ela finalizou sorrindo e me dando um beijo na bochecha.
O dia passou, já era pra lá das quatro da tarde, eu precisava digitalizar alguns documentos que a Carol tinha ficado de me passar e possivelmente acabou esquecendo.
-Ahhh, esse estagiária ainda me mata.
Como os estagiários da empresa saem às três da tarde fui até a salinha que a Carol dividia com mais dois estagiários ver se eu achava os documentos e também aproveitar para digitaliza-los já que a multifuncional ficava na mesma sala.
A sala era bem pequena, na verdade nem era uma sala e sim algumas divisórias com vidro só na parte da frente que fechavam um “U” e montava um tipo de guarita pequena dentro da sala da gente, lá tinham as três mesas dos estagiários, dois armários sendo que um para guardar arquivos e uma das multifuncionais do setor.
-O que você esta fazendo aqui ainda? Perguntei ao ver que Carol ainda não tinha ido embora.
-Tô organizando algumas coisas, fecha a porta e senta ai um pouco chefe.
Ela estava sentada de pernas cruzadas, estava de saia preta e camisa social branca, que somados aos seus óculos lhe dava um ar sensual, confesso que algumas vezes já tinha me masturbado pensando nela, e notei também seu semblante triste e a tela do celular ainda acesa sobre sua mesa.
-É o cara denovo?
-Deixa pra lá chefe. Ela se levantou e veio até mim.
-Quer falar sobre o que esta acontecendo?
-Eu pedi um tempo pra ele, estou meio confusa, veio pegar aqueles papeis? Me respondeu meio triste.
-Esquece os papeis, quero saber de você, não parece bem e já passou da sua hora, não é melhor ir?

Ela me abraçou forte, confesso que fiquei surpreendido.
-Sabe, é isso que eu queria alguém que se importasse alguém que quisesse conversar comigo, alguém legal como você chefinho, sinto tanta inveja da Bia.
Fiquei um pouco envergonhado de alguém passar por ali e nos ver, então rapidamente fiz um carinho em seus cabelos e respondi.

-Calma linda, termine com esse cara e ache alguém bacana que te mereça.
Sabe, eu não quero um cara legal, na verdade eu já conheço um cara legal, é você Mad.
Isso realmente me pegou de surpresa, ela aproximou os lábios na tentativa de me beijar, mas eu me afastei.
-Calma Carol, você deve estar confusa.
Seus olhos se encheram de lágrimas.
-Desculpa chefe, você tem razão, é que pelo menos hoje eu queria ser como a Bia pra você.
Isso me tocou, mas não podia fazer nada com ela ali, mas como se já não tivesse me surpreendido demais a atitude dela mudou totalmente e ela meteu a mão dentro da minha calça e cueca e deu um belo apertão no meu cacete.
-Sei que vocês fazem coisas tão gostosas, queria tanto fazer com você também Mad, ela disse já se ajoelhando.
Meu tesão foi a mil, não pensei muito quando abaixei a persiana me afastando do corpo dela.
-Você tá louca de fazer isso aqui garota?

Ela sentou na cadeira que estava ali perto com um sorriso maroto no rosto, abriu as pernas deixando sua calcinha branca à mostra.
-Você não quer chefe? A filha da puta colocou um dedo na boca pra me provocar
-Se não quer, por que abaixou a cortina.
Ela sabia que já tinha me pego, encostei-me à porta depois de me certificar que já tinha batido o pino da mesma e ela veio em minha direção junto com a cadeira de rodinhas.

-Vai chefe, me deixa sentir que sou especial.
Não podia negar esse pedido pra ela.

-Vai sua safadinha, agora sou todo seu.
Se levantou da cadeira e me deu um beijo bem gostoso, o perfume que ela usava era delicioso e foi o golpe final para que ela ame tivesse a seus pés.
Após largar meus lábios com um sorriso em seu rosto e me deixar sem ar Carol começou a acariciar meu pau, soltou meu cinto, desabotoou minha calça, abriu o zíper e abaixou um pouco minha cueca, fazendo o meu mastro ascender para fora.
Eu suava frio e estava extremamente excitado ao mesmo tempo, ela por sua vez não parecia estar incomodada
Abaixou minha calça e foi passando as mãos pela minha barriga, começou beijando minha virilha de forma doce e meiga.

-Você vai gostar muito chefe, te garanto.
Segurou a base do meu membro com a mão direita e após olhar diretamente na minha face começou a distribuir beijinhos na minha cabecinha.
Pirei, o ato, a ousadia, tudo misturado fez meu membro ficar a mil, extremamente duro desde o começo e por fim acabei me entregando de vez àquela loucura.
-Vai linda, manda ver.
Ela continuou com os beijos, porém agora ela fazia questão de deixar a cabeça do meu pau bem babada, depois fazia questão de abrir bem a boca e ficar olhando pra mim com sua cara de menininha safada enquanto ficava com sua língua subindo e descendo, várias e varias vezes nas laterais do meu pinto.
-Você é louca garota.
Ela riu e começou a tocar uma punheta pra mim bem rápido.
-Sou louca é?
A mão que ficou livre ela meteu dentro da saia me provocando.
-E, é sim.
Ela abocanhou meu membro e eu coloquei a mão em sua nuca a puxando em direção ao meu corpo, meu membro entrou todo em sua boca e coo um pequeno castigo eu segurei sua cabeça um pouco quando estava tudo dentro lhe dando uma leve sufocada.
-Filho da puta. Ela disse sorrindo.
Pegou minhas bolas com firmeza em retaliação a meu ato e depois massageou de forma bem gostosa, me deu mais um de seus sorrisos de ninfeta e voltou a me chupar deliciosamente.

-Uhmmmm, isso, vai.
Fechou os olhos e sua cabeça ia pra cima e pra baixo em um ritmo bem gostoso, sua massageando minhas bolas, por alguns segundos segurava a base do meu membro firme e ia deslizando a cabeça dele pela parte interna de suas bochechas; depois foi liberando o corpo rígido do meu membro aos poucos e com os lábios bem molhados se focou em fazer movimentos apenas na cabecinha, dava varias lambidas, mas sua preocupação maior era prendar ela em seus lábios e fazer o vai e vem com a cabeça bem rápida com seus olhos fixos no meu rosto.
Ao olhar pra baixo e ver aquele rostinho angelical fazendo algo tão atrevido, o canto da sua boca com aquela espuminha gerada da mistura de sua saliva com o pré-gozo, meu membro todo melado, aquilo era tudo muito surreal pra mim e já não estava conseguindo conter mais.
-Vou gozar Carol.
Ao ouvir minhas palavras ela deu uma pausa em seu ritmo frenético e começou a ordenhar meu pau bem devagar, porém me levou ao delírio o fato dela ficar lambendo o pico da minha glande com a pontinha da sua língua enquanto fazia isso.
Três jatos do meu sêmen esguicharam em seus lábios, ela rapidamente sumiu com eles com apenas duas lambidas, recolocou meu membro da boca e novamente me olhando chupo, sugo com toda a força que tinha. Sentia a porra saindo do meu saco para saciar a garganta daquela safadinha, minha vontade era de gritar bem alto em demonstração ao meu prazer, mas no ultimo segundo lembrei onde eu estava.
-Chega, já deu tá na hora de você ir.
Ela largou meu membro e toda a porra que e u tinha expelido tinha sumido, uma mágica deliciosa daquele conjunto divino de língua lábios e garganta.
-Gostou chefe? Disse ela sorrindo e pra terminar de me foder colocando o dedinho na boca.

-Não sei o que dizer, só sei que você tem que ir embora agora.
-Ok, se meu chefe mandou esta mandado.
Nem esperei para ver o que mais ela faria, sai da sala como um bandido em pânico, olhando para todos os lados desconfiado de que alguém pudesse ter visto aquilo o que fizemos, fui até o banheiro, lavei bem o rosto, dei uma olhada no pau que estava totalmente limpo de gozo, mas ainda melado da saliva de Carol e voltei para meu posto, quando voltei pra sala ela já tinha ido então enrolei até a hora de ir embora, pois foco em tarefas eu já não tinha nenhum.
Fui para casa, agora relaxado pensando no que eu havia feito e me sentindo muito contente por isso, já no meu lar, tomei um banho, toquei uma lembrando a minha tarde, comi e fui me deitar, porém antes de cair no sono percebo uma mensagem no meu whatsapp com os dizeres:
“Olha como você me deixa chefe.”.
Seguida de uma foto de Carol sentada toda aberta com sua bocetinha rosadinha e raspadinha totalmente ensopada.
Fui para o trabalho no dia seguinte disposto a dar um basta na Carol, eu estava saindo com a melhor amiga dela e não achava que ela tinha maturidade o suficiente pra termos um caso sem que ela pudesse causar algum dano na minha reputação no trabalho.
Ela chegou em seu horário que era as nove, veio falar comigo sobre suas tarefas, fui bem profissional e após passar tudo que eu tinha que lhe passar lhe disse:
-Tenho algo a falar com você, mas não agora.
Ela simplesmente respondeu:
-Tudo bem Mad.
Ela partiu em direção a sua salinha, estava com uma camiseta social preta de manga longa e de calça jeans e saiu rebolando com certeza para me provocar e confesso que não consegui tirar os olhos, entrou rapidamente na sua sala e depois saiu, voltei a focar nas minhas tarefas, mas em questão de cinco minutos recebo uma mensagem no meu telefone.
“Acabei de colocar aqui no banheiro só pra você chefe”.
Seguida de uma imagem de seu belo rabo branquinho com uma calcinha fio dental totalmente enfiada no seu rego.
Nossa aquilo desmontou totalmente tudo que eu havia planejado, minha única reação foi responder.
“Na hora do almoço, me espera na porta do elevador do terceiro andar”.
Já não queria saber de mais nada, agora aquela safadinha ia ver com quem estava mexendo.

Aventureira

Recentemente passei um tempo na casa dos meus pais na baixada, era uma tarde nublada de domingo quando estava voltando para São Paulo, tinha deixado o carro na oficina então voltaria da mesma forma que havia descido para Santos, de ônibus, mas dessa vez seria bem mais recompensador.
Tinha acabado de comprar minhas passagens quando a vi pela primeira vez, uma bela garota de óculos escuros, corpo perfeito, tipo violão, uma bunda incrível, grande e empinadinha que estava aprisionada em uma calça jeans preta bem justa, fiquei maravilhado quando passou por mim carregando sua mochila usando regatinha branca que deixava seu umbigo de fora, cabelos pretos, lisos e soltos e bebendo calmamente sua garrafinha de água mineral, milhões de ideias maliciosas passaram na minha mente nesse momento, mas passou e segui para a plataforma e em poucos minutos entrei no ônibus, coloquei meus fones e comecei a ouvir uma das minhas músicas preferidas e bem pouco tempo depois de me sentar a garota passou ao meu lado, agora sem seus óculos o que me permitiu ver seus belos olhos negros um pouco puxados que davam uma beleza única a seu rosto, com seu jeito convencida partiu para a parte de trás do ônibus.
A viagem começou, estava instigado em conhecer aquela garota, olhei várias vezes para trás no começo do percurso só para vê-la lendo e se deliciando com um chocolate e eu desejando ser esse mesmo chocolate desmanchando em sua boca.
O ônibus estava vazio, devia ter umas 12 pessoas, ela estava sentada quase no fundo com ninguém perto, sou muito tímido pra essas abordagens, mas meu tesão era enorme e não resisti, fui em sua direção, ela estava sentada na poltrona do corredor e como achei que seria muito deselegante pedir licença e sentar ao seu lado sentei na poltrona de trás da dela.
No primeiro momento apenas mudei de lugar, mas logo tentei puxar um assunto.
-Olá, interessante o livro que você esta lendo.
Ela apenas sorriu educadamente e fez que sim com a cabeça, não parecia estar muito a fim de papo.
Ela estava lendo “Peça me o que quiser”, já tinha lido em algum lugar ou ouvido algum comentário sobre o livro, era algo parecido com 50 tons de cinza o tipo de erotismo que não me interessa muito.
Me desesperei, estava parecendo um bobo, mas queria muito me aproximar daquela garota.
-Sabe às vezes me pergunto se toda garota quer mesmo viver aventuras parecidas com as das protagonistas desses livros.
Ela sorriu e disse:
-Acho que em certa altura da vida todos querem aventuras e sentir a vida mais intensa.
-Concordo. E uma moça bonita como você, procura isso pra sua vida?
-Na verdade não, tenho um namorado que me supri bem nesse sentido.
-Mas ai é que esta, se você não tem nada pra arriscar não é uma aventura.
Ela sorriu mais uma vez e agora virando totalmente o rosto para trás perguntou meu nome.
-É Mad querida, muito prazer.
-Sabia que você é bem indiscreto Mad?
-Olha já me disseram isso, mas seja caridosa e não me culpe por isso é mais forte que eu, posso sentar ao seu lado dona?
-Priscila. Ela respondeu e pulou para a cadeira da janela.
A partir dai a conversa fluiu, Priscila tinha 20 anos, era de Santos e estava indo ver o namorado citado anteriormente, falei sobre mim também, mas o foco era manter a conversa baseada no livro e consequentemente em sexo, com o passar do tempo, a sinergia entre nós aumentou, rimos bastante durante a viagem e notei que ela se soltou bastante.
Chegamos ao terminal do Jabaquara, minha intenção no começo era pegar um contato para um futuro encontro, mas vendo como as coisas estavam indo eu me dei o direito de querer mais.
-E então, seu namorado vem lhe buscar aqui?
-Não, irei de metrô até a Sé, ele mora lá perto.
-Entendo, descerei um pouco antes, mas será que vou ficar com a dúvida se você aceitaria ou não uma aventura repentina com um desconhecido.
Ela apenas riu, pegamos nossas mochilas e descemos do ônibus.
Tem uma lanchonete ali do outro lado da rua, a fim de comer algo antes de ir? Perguntei pegando o livro das mãos dela. – Só devolvo se a resposta for sim.
Ela riu novamente.
-Ok senhor indiscreto, estou louca pra saber como o livro acaba não posso correr esse risco, ela pegou o livro de volta e se agarrou ao meu braço enquanto atravessávamos a rua, foi ai que decidi partir pro tudo ou nada.
Ao pisar na calçada, larguei do braço dela e agarrei firme a sua cintura, não houve objeção, fui puxando cada vez mais ela pro meu lado e ao invés de irmos na direção da lanchonete, fui nos guiando em direção a um daqueles hotéis de quinta que tem ali perto.
-Não parece que você esta querendo ir na lanchonete. Disse ela ao pé do meu ouvido, para minha surpresa.
-Na verdade gostaria de passar esse tempo com você de uma forma mais íntima. Respondi.
-Que bom, pois com todo aquele papo de aventura, eu estou com meu corpo todo pegando fogo.
Meu tiro no escuro surtiu efeito, paguei logo por um quarto e subimos.
O quarto era bem sem vergonha, cama de solteiro, criado mudo, janelas de madeira e um banheiro que nem quis ver, mas nada disso importava.
Largamos nossas mochilas e Priscila, colocou os braços ao redor do meu pescoço e foi colocando seu rosto mais próximo do meu.
-Então essa vai ser minha aventura? Um quarto de hotel barato?
-Não seja pessimista, você não sabe o que o serviço de quarto lhe reserva. Respondi agarrando sua cintura e mergulhando nos seus lábios, forte logo de cara, ela estava muito afim, seu beijo despejava saliva, me assustei, pois apesar de já estar ali para o ato pensei que ela começaria de forma mais calma, mas eu estava enganado, ela estava realmente em chamas.
Deliciávamo-nos um no lábio do outro, empurrei a porta com uma mão e logo lancei o corpo da Pri contra ela, minhas mãos foram direto em sua bunda e minha boca partiu para saborear seu pescoço, ela arfava, ergueu as pernas e cruzou nas minhas e voltamos a nos beijar mais uma vez, minhas mãos estavam incontroláveis, sentindo todo seu corpo, enquanto as dela seguravam meu rosto e minha língua era sugada com intenso tesão.
Ela tirou minha camisa, comecei a fazer o mesmo com ela quando seu celular tocou.
-Ahhh, calma, calma, deve ser meu namorado.
Estava em êxtase, não queria parar, então ela começou a recusar o beijou , pegou o telefone e se afastou de mim, estendendo a mão como um sinal de “espera”.
-Oi amor, tá tudo bem, parece que teve um acidente aqui na subida por isso estou demorando, me desculpa.
Eu só pude rir, enquanto ela falava ao telefone, tirei meu tênis, e minha calça. Ela fazia caras e bocas olhando meu corpo, estava só de cueca e ela lambendo os lábios me olhando enquanto ouvia seu namorado ao telefone.
-Beijo amor, te vejo logo mais.
Ela veio andando lentamente em minha direção e mais uma vez lançou os braços ao redor do meu pescoço.
-Uauu, com esse corpinho vai valer a pena o serviço de quarto.
-Era seu namorado?
-Era sim, ainda bem que perdi o sinal do celular lá atrás senão teria avisado que já estava chegando e não poderíamos estar aqui.
-Enquanto a ouvia, desabotoei sua calça e abri seu zíper.
-Podemos continuar de onde paramos? Ela perguntou.
No ímpeto do momento agarrei sua nuca com firmeza e mais uma vez voltamos ao beijo, dessa vez mais lento, porém ainda intenso, sua mão agora passeava por cima do meu membro ainda na cueca.
-Grande. Ela balbuciou.
-Rss, obrigado, garanto que ele vai retribuir o elogio e depois disso você vai ter mais alguns outros adjetivos pra ele.
-Bota pra fora. Ela disse.
Não faz meu feitio não atender os desejos de belas garotas, então livrei meu membro da cueca. Ela olhou e passou a língua ao redor dos lábios antes de segura-lo.
-Ahhh. Gemi.
-Nossa, tão duro, a cabeça já esta até brilhando.
-A culpa é sua, rss. A beijei novamente. –Quem manda ser tão gostosa.
Fui levantando sua blusa, ela ergueu os braços largando meu membro, estava com um sutiã branco de rendinhas que logo abri e também lancei pra longe, seus seios encaixavam deliciosamente em minhas mãos, peguei ambos de uma vez e massageei, ela fechou os olhos e gemeu jogando a cabeça um pouco pro lado, ela voltou a pegar meu membro, novamente, com firmeza dessa vez.
-Aperta safada.
Ela fez carinha de safada e começou a me punhetar bem lento, continuei com minha mão massageando seu seio direto e abocanhei o esquerdo e minha outra mão adentrou sua calça apertando seu bumbum lindo, ela começou a gemer de uma forma deliciosa, estávamos muitos excitados, trouxe novamente a mão para seu seio esquerdo e massageava ambos enquanto revezava as chupadas, lambia o biquinho do esquerdo bem devagar e depois sugava o seio direito segurando o biquinho entre os dentes, a punheta estava cadenciada Priscila enfiou sua outra mão dentro da calcinha e começou a se acariciar.
-Assim você me mata de tesão gata.
Ela tirou a mão da sua boceta molhada e passou na minha boca, chupei seus dedos sentindo todo o sabor do seu mel, enquanto ela sorria de forma meiga. Abaixei sua calça, estava com uma calcinha preta também de renda que eu puxei com tanta força que a lateral até rasgou.
-TÁ LOUCO??!! Ela gritou.
-Relaxa linda, não vai precisar mais disso. Respondi esfregando sua cetinha de pelos ralinhos.
Segurei sua cintura e fui a direcionando até a cama, ela deitou seu tronco na cama e olhando pra trás empinou a bundinha, sua bunda era muito grande e deliciosa, cinturinha de pilão, suas formas me levaram a loucura, enchia a mão e um tapa pesado estalou em sua bunda.
-Aiiii ela gemeu. Sorrindo e com o dedo na boca.
-Não esperava que você fosse fazer isso, dá outro.
E mais uma vez minha mão foi intensa naquele belo rabão.
-Aiiiiiiinnnnnnnnnnnnnnnnnnnn.

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Uma enorme marca vermelha em forma de mão ficou naquela bundinha linda de pele clara.
-Ahhhhhhhhhh.
Quanto mais ela gemia mais eu batia, quanto mais eu batia mais alto os gemidos ficavam, sua bundinha tremia deliciosamente a cada tapa.
-Você é muito cachorra sabia?
-E isso é ruim?

-De forma alguma linda, adoro. Respondi deitando paralelo a ela.
-Vem, sobe. Pedi e ela entendeu.
Virou-se e colocou aquela cetinha rosada na minha cara e inclinou para que iniciássemos um 69 bem gostoso.

Sua grutinha tinha um cheiro maravilhoso de suor misturado com rosas, rocei varias vezes meu nariz nela, o que causou algumas risadinhas em Priscila mas não demorou muito para que minha língua começasse a lustrar aquela cetinha, apertava com firmeza sua bunda enquanto exercitava minha língua ali, ela por sua vez foi bem dócil, gemia beijinho e começou dando três beijinhos na ponta da minha cabecinha, barulhos de mensagens vinham constantemente do seu celular, mas ela simplesmente ignorava, decidiu abocanhar meu membro e senti meu pau mergulhar em uma imensa piscina de saliva quente.
-Ohhh, grunhi quando ela mostrou do que era capaz de fazer.
Sua vagina escorria e com a velocidade de minhas lambidas e chupadas um pouco de espuma ficava entre minha boca e ela, já seu boquete era divino, fazia da base até a ponta bem rápido, sua boca era sempre quente e inacreditavelmente molhada, ela demorava a perder o ar fazendo o boquete ser bem gostoso e quando acontecia de perder o ar antes de continuar o vai e vem envolvia a cabeça do meu membro com sua língua e dava uma sugada bem intensa só com os lábios. Ficamos nos curtindo bom um bom tempo nessa posição, sugava sua cetinha agora rodando o meu dedo indicador na porta do seu cuzinho, enfiava lá dentro e tirava de leve e ela gemia mais gosto, com a outra mão roçava na altura do grelo, porém sem parar meus lábios.
-Ahhhhhh, assim não dá você é muito gostoso.
Fui aumentando a velocidade sem esperar muito e as gemidas foram ficando mais intensas, a vagina escorrendo mais, até que seu gozo veio seguido de um gemido mais arfado.

Ela caiu de lado na cama, sorrindo, não resisti e mais uma vez fui ao encontro do seu beijo beliscando sua bunda.
-Nossa. Ela disse.

-A aventura esta valendo a pena? Perguntei.
-Muito, ela respondeu, tirando o cabelo da frente dos olhos.
Sentei na beirada da cama e estendi minha mão para que ela pegasse, ela se levantou e fico em pé em minha frente, mais uma vez cedi a aquele belo par de seios algumas mamadas depois ela se sentou no meu membro esticou bem uma perna que ficou sobre a cama até sentir todo meu membro entrar, segurei sua bunda com firmeza para que ela pudesse erguer a outra perna.
-Delicia quente demais.
Agora ela estava sentanda em mim, com as pernas bem abertas, se segurou nos meus ombros e comecei a por meus braços para trabalhar, em um vai e vem bem gostoso.
O ritmo era lento, seus braços agora me abraçavam, estávamos face a face, apenas nos olhando e curtindo o momento, sua boceta era bem apertadinha e o nosso movimento dava ao meu pau uma massagem intensa dentro dela, ela gemia baixo, passava a mão pelo cabelo, fechava e revirava os olhos, dava tapinhas leves vez ou outra na bundinha o que me rendia gritinhos, deixei meu corpo cair na cama, ela se ajeitou na montada e agora com as mãos apoiada em meu peito começou a cavalgar, ela devia ter muita pratica, pois tanto o ritmo quanto a intensidade eram perfeitos, ela tentava levar um dos seios até a boca para me provocar e estava conseguindo, começou a quicar, subidas e descidas bem fortes e rápidas, já não estava resistindo.
-Gosta safado?

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Não respondi, estava me concentrando em segurar meu corpo mais um pouco e não gozar, mas ela percebeu isso e começou a subir e descer mais rápido.
-Que vádia você é hein, me castigando desse jeito.
Sua resposta foi colocar o dedo na boca, me provocando ainda mais, não demorou muito e o gozo veio em vários jatos.
Ela fechou os olhos e respirou fundo, deixou seu corpo cair sobre o meu e me encheu de beijinhos.
Ficamos alguns minutos ali curtindo os carinhos um do outro como se fossemos namoradinhos enquanto minha porra escorria de dentro dela.
-Inacreditável as coisas que pudemos encontrar em um ônibus hoje em dia não é?
-Hey, não fala de mim como seu eu fosse algum objeto que você achou sentado seu filho da puta.
-Sorri e a beijei novamente, minha mão pegou o péssimo habito de ficar alisando e beliscando sua bundinha, seus lábios eram tão doces que em pouco tempo meu membro se reergueu para mais uma sequencia de foda.
-Agora vou te ter do jeito que eu quero safadinha.
-Fica a vontade, rss.
Juntei suas pernas e deixei-a de quatro na cama, apoiado nos joelhos me postei atrás dela e fui introduzindo meu membro recém-ereto devagar.
-AHHHHHHHHHH.
Fui colocando até ter entrado tudo, adoro sentir meu pau todo dentro de uma bucetinha e a dela era especialmente apertada, não resisti e mais uma vez com a mão cheia meti um tapão na bunda.
-AUUUUUUUUU. Filho da puta safado bate mais.

Foram só mais dois, mas bem fortes. -Agora vou te dar algo melhor.
Comecei as estocadas, em um ritmo normal, não muito rápido nem muito lento, mas bem fortes, ver a carne do seu bumbunzinho balançar enquanto eu metia me deixava bem louco, ela forçava seu rosto contra o colchão mordendo os lábios e gemia deliciosamente.
-AHHHHHHHHHH, ISSSO, NÃO PARA MADDD, VAI CARALHO.

Ela perdeu totalmente a noção das coisas, isso me causou risos, fui aumentando a velocidade aumentava naturalmente quanto mais excitado eu ficava, já estava indo bem rápido quando seu celular tocou.
Ignorei e esperava que ela fizesse o mesmo, mas não foi isso que aconteceu.
-Pega ele pra mim?
-Esquece isso gata. E continuei a fode-la.
-Se eu não estivesse aqui de quatro eu pegaria.
Vi que seria indelicado da minha parte não fazer. Levantei peguei o maldito celular e entreguei pra ela.
Era seu namorado, notei que berrava ao telefone, ela por sua vez falava calmamente, ainda sustentando sua história sobre o trânsito, eu voltei ao meu lugar e voltei a introduzir, só a metade do membro e fiquei indo e voltando, bem devagar.
Ela olhou pra trás sorrindo com aquela cara de “como pode?” e continuou a mentir pro seu namorado, fui aumentando os movimentos e ela se segurando pra não gemer fazia caras e bocas, vendo que não mais resistiria disse “ok” para seu amado e desligou o telefone.
-Nossa, que cafajeste você. Não podia esperar?
-Desculpa gata, mas não gosto de dividir, o momento é meu agora.
-Então, ele esta vindo me buscar na rodoviária, seu momento tá acabando.
-Então acho que terei que ser rápido?
Ela apenas sorriu, mas não perdi tempo, as estocadas se tornaram mais rápidas, intensas e violentas.
AHHHHHHHH HHHHH METE MAD METE MESMO.
Estava indo com tudo, toda a força que eu tinha, não sabia se teria a chance de estar entre aquelas pernas novamente, minha respiração era forte e coloquei nos movimentos todas as forças que eu tinha.
AHHHHHHHHHHHHH GATO VAI, VOU GOZAR, TO QUASE LÁ.
Depois disso tudo que veio dela foi uma sequencia de gemidos e gritos, meu corpo batendo contra o dela era um espetáculo, minha virilha estava vermelha e ardendo e não demorou muito para sentir que os canais do meu membro estava sendo preenchidos.
Parei com os movimentos e a virei de frente pra mim, e foi só o tempo do gozo explodir na cabeça da minha glande, apontei para o seu umbigo e o enchi com meu sêmen.
-Nooossa Mad, como a sua porra é grossa. Ela disse enquanto mexia o que ficou no seu umbigo com os dedos e levava a boca

-KKK, ninguém nunca me disse isso. Respondi ofegante.
Após isso ela se limpou com papel higiênico e foi tomar uma ducha rápida, pois estava com muita pressa, eu me limpei com minha própria cueca e fiquei com aquele cheiro de putaria, ela se secou rapidamente e despejou no corpo quase metade do vidro de perfume que trazia na bolsa.
Descemos e caminhamos até a estação.
-Então Pri, me passa seu telefone, podemos marcar algo com mais paciência, o que me diz?
-Não, me da o seu, se eu quiser eu te acho, rss.
Dei meu numero pra ela enquanto descíamos as escadas rolantes.
-Agora fique longe e finja que não me conhece.
Assim o fiz, fiquei distante dela na plataforma, não demorou muito para um metrô chegar e logo na porta estava o namorado dela, se abraçaram e se beijaram sorrindo muito, eu sorri ironicamente, entrei em outro vagão e segui a minha vida.
Espero que tenham gostado e peço que deixem seus comentários, vale muito saber o que vocês acharam.

A ninfetinha da loja de celulares

Recentemente alguns estagiários antigos de onde eu trabalho foram efetivados e remanejados e novos processos seletivos foram sendo abertos e em um desses eu acabei ganhando de presente a Carol, minha nova estagiária.
Terceiro ano do ensino médio, 18 anos, bem simpática longos cabelos castanhos que descem por suas costas, um quadril bem largo e um belo de um rabão.
Carol era uma menina bem legal, novinha, bonita adorava dizer que tinha um namorado desde os 13 e com certeza não era só em mim que despertava os instintos mais safados, mas era bem profissional, com o tempo fomos ficando mais amigos e ela sempre estava comigo e com minha equipe.
Certo dia ao invés de irmos ao restaurante onde almoçávamos normalmente preferimos ir ao shopping para um lanche rápido, após comer, Carol disse que não voltaria comigo e com o resto do pessoal pois iria pegar algo com uma amiga que trabalhava ali perto.

-Podem ir na frente galera.
– Nada disso moça sou responsável por você, vai que alguém te pega por ai. –Respondi sem nenhuma maldade.
Ainda saboreando o sundae que havia comprado pós-almoço fui subindo as escadas rolantes e papeando amenidades com Carol até o segundo piso do shopping.
Chegamos a uma loja de celulares, eu fiquei na porta esperando enquanto Carol entrou e pegou uma sacola e junto trouxe outra garota, o uniforme dela não favorecia muito suas curvas, mas mesmo assim tinha seus atrativos, era baixinha tipo mignon bem simpática apesar do aparelho dentário, longos cabelos negros e pele clarinha, não tinha muito bumbum, mas em compensação o volume em sua camiseta indicava que tinha um belo par de seios que estavam empinadinhos.
-Mad, essa é a Beatriz. Beatriz, esse é o Mad – Carol me apresentou sua amiga com todo aquele fervor adolescente.
-Muito prazer. – Disse Beatriz, bem solta e desinibida.
-O prazer é todo meu Bia. –Respondi.
Ficamos papeando ali por uns 5 minutos, mas o trabalho chamava e apesar das N ideias que estava tendo em fazer com aquelas duas e de já estar excitado tinha que voltar ao trabalho, me despedi de Bia e voltamos.
-Bem gatinha sua amiga viu, tem mais alguma assim aqui pelo shopping?
-Bobo, ela é minha amiga desde pequena, fui pegar uns livros emprestados.
-Nossa, é bonitinha, mas lê crepúsculo. – Ironizei.
-Ah para Mad. – Respondeu Carol sorrindo e me dando um leve empurrão.
Poucos dias se passaram e mais uma vez acabamos indo comer no shopping, só que dessa vez apenas eu e Carol e acabei entrando no assunto.
-E ai, hoje vamos ver aquela sua amiga gostosinha novamente?
-Nossa Mad, isso é jeito de falar, falei de você pra ela, e pior que ela te achou bonitinho também, aiai mulher tem cada gosto viu.
-Olha o respeito estagiária, quer ser demitida. – Respondi rindo.
-É sério, ela depois perguntou mesmo de você falou que você é gatinho e charmoso, perguntou se era solteiro e quantos anos tinha.
-Muito obrigado por só me falar agora, vai ter que compensar e dar um jeito de eu levar um papo com ela.
-Não seja por isso “chefe” quando acabarmos aqui podemos ir lá.
E assim foi, subimos e ficamos em um papo descontraído, Carol se afastou um pouco nos deixando mais a vontade, Beatriz se mostrou bem legal e acabamos trocando telefones antes que eu partisse.
-E ai, conquistou? – Perguntou Carol.
-Não sei, rss, mas acho que conheço uma estagiária que merece um aumento.
Demos risada e voltamos ao trabalho.
Na sexta-feira dessa semana liguei para Beatriz e marcamos algo, inicialmente um barzinho onde Carol também foi com seu namorado, mas vi que ela ficou balançada, depois saímos mais uma vez, agora só eu e Bia um cineminha básico já que ela tinha que estar em casa antes da meia noite, a levei e deixando ela na esquina de sua rua rolou nosso primeiro beijo que não foi nada tímido, já na terceira vez fomos a uma balada onde ficamos nos amassos apesar da minha mão boba ter insistido bastante, e depois de quase um mês podemos dizer que eu estava “ficando” com a Bia.
Depois de um tempo decidi fazer um churrasco no sitio que os meus pais tem no interior, é extremamente no meio do mato, longe de tudo e ainda tem piscina, fica a uns dez minutos de caminhada de uma cachoeira bem legal.
Dessa vez convidei só a alguns amigos do trabalho e mais alguém que eles quisessem levar namoradas, família e tal e também chamei Beatriz e meus planos era que nesse fim de semana ela não me escapasse.
Então chegou o dia, eu, Beatriz, Carol, seu tão falado e mal humorado namorado e mais cinco amigos do trabalho que também levaram seus respectivos parceiros todos prontos para passar o fim de semana longe do caos da cidade.
-Nossa Mad que legal, não sabia que aqui no fim do mundo tinha um lugar tão bonito como esse. –Disse Carol.
-Você anda muito folgada estagiária. –Respondi sob o olhar desaprovador do namorado dela.
Arrumamos as coisas e começamos o churrasco, musica, cerveja, carne, vegetais e muita bagunça, todos se divertindo a valer.
Beatriz com seu rabo de cavalo estava usando um biquíni de oncinha que cobria seu belo par de seios de médio para grandes bem firmes e clarinhos, já na parte de baixo preferiu ficar com um short preto, alias não só ela, Carol também ficou de short e camiseta e as mulheres dos meus amigos que foram também ficaram bem recatadas.

-Grawwww. – Rosnei pra Bia quando ela veio se juntar a mim na piscina.
-Gostou?
-Adorei, isso quer dizer que hoje você esta selvagem gatinha manhosa? – Perguntei lhe roubando um celinho.
-Quem sabe, quem sabe seu safado. – Ela me respondeu e após me beijou, um beijo doce com sabor de gloss de morango que logo me deixou aceso.
-Delicia. – Ela sussurrou quando a peguei com firmeza na nuca e dei mais combustível ao beijo.
Durante a tarde alguém perguntou onde ficava a cachoeira e então todos os casais seguiram para lá, alguns de nós já meio bêbados fazendo bastante barulho durante o caminho.

-Cuidado pessoal, se ficarem gritando uma jaguatirica pode pegar vocês.
-Ai Mad, não fala isso. –Disse Beatriz se agarrando em mim com um medo meio forçado, já eu me aproveitei e dei uma buzinadinha na sua bundinha o que lhe arrancou um sorriso maroto.
Chegamos à cachoeira, dai em diante foram mergulhos, pulos quedas e essas coisas, eu particularmente puxei Beatriz para um cantinho e me encostei-me a uma pedra e ficamos lá curtindo abraçadinhos.
Um pouco atrás de nós Carol tinha uma desavença discreta com seu namorado que não queria que ela tirasse a camiseta para entrar na água, discussão essa que terminou com Carol jogando sua camiseta para longe mostrando seu biquininho vermelho que escondia seus seios pequeninos e se lançando na água.
-Presta atenção aqui, senão vou ficar com ciúmes. –Disse Bia, puxando meu rosto para mais um beijo.
-Nada de ciúmes, tudo o que eu preciso e quero agora é você. –Respondi apertando com firmeza suas coxas sob a agua.
O pessoal já estava meio louco e não prestavam muita atenção em nada a não ser em si mesmos e em que faziam, então aproveitei para ir fundo ali com a Bia.
-Me diz, curtiu o passeio na natureza? – Perguntei enquanto mordia de leve seu pescoço.
-RSSS, é bem legal, quer se comportar, por favor?
-Você quer mesmo que eu me comporte?
-Rsss… Não, mas sou tímida. –Respondeu ela baixinho.

O papo acabou quando solicitei a língua dela a se cruzar com a minha mais uma vez.
Arrastei ela para mais longe, já quase nem ouvíamos a bagunça dos outros e ali estava disposto a avançar na brincadeira.
-Rss, precisava trazer tão longe? – Beatriz perguntou.
-Privacidade neném, eu sinceramente não ligo, mas como você é tímida. – Respondi e já parti pra mais um beijo. Ela agora correspondeu à altura, segurou meu rosto e nossas línguas agora dançavam com mais ardor.
Saboreava seus lábios, por vezes mordia e chupava com certa força seu pescoço, coloquei suas costas contra outra pedra perto da borda da cachoeira e botei minhas mãos para trabalharem em sincronia com minha língua, enquanto a beijava massageava ambos seios.
-Hhmm. – sussurrou timidamente, porém também demonstrou atitude, firmando uma de suas mãos no meu bumbum enquanto a outra deslizava pela minha bermuda logo onde meu membro já ereto se preparava pra atuar.
-Hmm resolveu ser safadinha agora?
Ela apenas sorriu, eu ergui sua coxa, ela passou as mãos ao redor do meu pescoço e nos jogamos em mais um beijo bem melado e safado, agora minha mão direita acariciava seu seio direito por dentro do biquíni; tateando, tateando bem devagar, sua pele era deliciosa de se sentir, meus dedos descobriram que o biscoitinho do seu seio era pequeno, porém o biquinho já estava bem saltado e era uma delicia tê-los entre meus dedos e seu estado já me deu uma ideia de como ela estaria lá em baixo. Coloquei minha língua em seu queixo e fui descendo, seu colo, sua barriguinha deliciosa onde lambi varias e varias vezes sentindo aquele cheiro que fica após saliva encontrar a pele, dando uma atenção especial a seu piercing de golfinho no umbigo, ela gemia e me chamava de safado e isso me estimulava muito.
Fiquei de joelhos diante dela e abaixei seu short, vi a parte de baixo do biquíni de oncinha, mas não tive muita dó dele quando o desatei e a correnteza o arrastou.

-Meu biquíni seu loco!
-Relaxa gata depois te compro outro.
Por baixo d’agua abocanhei aquela cetinha, cabeludinha, porém saborosa.
-Aiiiin, ai não Mad.
Ignorei seu pedido e dei varias lambidas na sua portinha, voltei a ficar de pé e após um selinho leve, desnudei o seio que ainda se encontrava sob a proteção do biquíni e mergulhei naquele seio clarinho porém de um mamilo escuro e saltado.
-Ahhhhhhhhh paara.

Inicialmente me foquei no mamilo, ele tinha me encantado passava a língua bem molhada ao redor dele e depois puxava de leve com os dentes e depois os soltava, fiz isso varias vezes e sempre que fazia arrancava um gemidinho safado de Beatriz.
-Tá gostoso gata?
-Tá.
Fui para o outro seio e ela então começou a acariciar sua xaninha.
-Deixa que faço pra você.
Deslizei os dedos da minha mão esquerda novamente na sua portinha e a massageei, sentia o fluxo daquele meladinho morno entre meus dedos o que me deixava louco de tesão, tentava enfiar todo seu seio na boca de uma vez, roçava os dentes de leve nele e ia fechando a boca até que só restasse o mamilo que por fim recebia uma bela de uma chupada que o deixou todo melado.
Ahnnnnnnnnhhhhhhhhhhhh. – Ela gemia gostoso.
Continuei a me esbanjar em seus seios, mas agora meu dedo do meio já passeava dentro da sua grutinha que por sua vez estava bem molhada e quente, entrando e saindo bem rápido coloquei meu polegar para auxiliar fazendo movimentos circulares bem de leve sobre seu grelinho o que só a deixou mais quente.

-Delicia Mad, meu deus, como você é gostoso.
Voltei a me ajoelhar e agora coloquei minha língua para trabalhar dentro dela enquanto meu nariz roçava nos seus pelinhos, porém não dei descanso aos dedos, agora o indicador e o do meio dividiam espaço com minha língua e com minhas fortes sugadas.
-Acaricie seus seios enquanto eu faço gata, faz que nem você faz quando tá sozinha. Rss.
-Eu não faço essas coisas seu safado. – Ela respondeu, mas também me obedeceu e começou a se acariciar enquanto eu a chupava.
-Dá mais tesão não dá?
-Dá sim, seu safado.
Nesse embalo não demorou muito para eu receber aquela enchente de prazer na minha boca enquanto ela soltava um grito desfalecente.
-Ohhhhhhhhhhhhhh Mad, maravilha.
Ela gozou deliciosamente e eu suguei tudo que veio, peguei seu corpo ainda mole e a virei de costas.
-Gata apoia bem as mãos na pedra pra não se machucar.
-Ok.
Apertei bem sua bundinha e depois abaixei minha bermuda, encostei-me a ela de leve e com a minha mão fui introduzindo meu membro pra lá de duro naquela cetinha pequena.
-Aiiii Mad, ohhhhhhhhhhhh, tá tão quente.
Afastei seu rabo de cavalo e beijei seu pescocinho, peguei firme em sua cintura e dei a primeira estocada, ela gritou.
-Ahhhhh.
Bem coladinho ao corpo dela comecei a meter, devagar, porém forte e ela gemia conforme meu movimento.

-Delícia. – Sussurrava no ouvido dela.
A excitação foi aumentando e a velocidade dos movimentos também, já estava em um ritmo rápido e ela não se calava “gemia conforme a musica”, estava praticamente na ponta dos pés para fazer com que a penetração fosse forte e prazerosa e sentia como se estivesse hasteando minha bandeira em um mar de gozo, pois por dentro aquela bocetinha estava muito, muito molhada.
-Vaiiii Mad, não pare.

Como sempre o barulho de corpos se chocando em velocidade me hipnotizava e só me fazia querer mais, metia insano, soltei os cabelos dela e após isso agarrei um seio em cada mão e mandava ver mais forte.
-Isso Mad, muito tesão, assim vou gozar de novo.
Soltei dos seios e ergui sua perna esquerda enquanto metia, só parava quando meu pau todo melado deslizava para fora, mas logo o botava para dentro novamente.
-Madd, madd ahhhhhhhhh.
Ela gozou mais uma vez, decidi dar um tempo para ela respirar e tirei meu cacete de dentro, só foi eu tirar e uma pequena correnteza de seu gozo foi escorrendo por suas coxas, visão essa que me enchia de satisfação.
-Nossa Mad, duas assim, eu nunca tinha feito.
-É porque você nunca tinha feito com um homem de verdade gata.
-Ah, para seu bobo.
Aproximei novamente de seu pescocinho e fiquei dando beijinhos, também passando por sua orelha e nuca.
-Que tal a gente fazer algo que acho que você nunca fez gata?
-O Que gato?
Na mesma posição que ela estava peguei novamente meu membro ereto e fui roçando na porta do seu cuzinho.
-Ahh Mad, eu tenho medo, já fizemos errado de começar sem camisinha.
-Relaxa gata, vai dar tudo certo.
Meu pau estava meio melado e meio molhado da água da cachoeira, o mais difícil foi à cabecinha, tive que forçar muito e depois de muito luta ela entrou.
-Mad, para dói!!
Uma leve chuva começou a cair, ainda assim ainda ouvi o resto do pessoal fazendo bagunça do outro lado da pedra, continuei forçando, um pouco mais até que entrou, aquele cuzinho ardente apertando a cabeça do meu pau estava difícil de segurar, olhei pra baixo e não estava ainda nem na metade, e agora Beatriz já gritava e ameaçava sair dali em desaprovação, então puxei pra fora de uma vez, o que a deixou alguns segundos sem ar e sem palavras.
Chateada ela saiu da cachoeira, não achei que tinha exagerado, mas mesmo assim fui atrás para me desculpar, depois de algumas palavras ao pé do ouvido e alguns beijinhos voltamos às boas.
-Olha como estou. – Falei para ela mostrando meu pau ainda ereto.
Ela apoiou as mãos na em uma pedra e empinou a bundinha pra mim.
-Pode vir, mas nada de cú.
Aceitei bem o convite, segurei em sua bundinha e mandei ver na sua cetinha que se mantinha molhada.
-Vai, vai, vai vaiiii Mad.
Metia forte, sem me conter, o pau entrando e saindo com velocidade e Beatriz suando e se acabando em gemidos.
A chuva nos refrescava, quando nossos olhares se cruzavam sorríamos, na empolgação dei vários tapas em sua bundinha e ela parecia adorar.
A chuva ficava mais forte e meu gozo já estava chegando, sentei na pedra onde Beatriz se apoiava e pedi para ela finalizar o serviço.
Toda solícita, ela se debruçou diante de mim, inicialmente mandou uma punhetinha bem apertada.
-Nossa Mad, o seu é o mais bonito que já vi, bem forte.
-Como já te disse gata, você até hoje nunca teve um homem de verdade.
-Vou chupar.
Meio desajeitada ela enfiou a cabecinha na boca, lambeu de leve beijou, e voltou a introduzir, foi chupando meio nervosa, às vezes rolava um dente roçando, mas em pouquíssimo tempo já estava fazendo bem gostoso, colocou a mão nas minhas bolas, apertou e continuou seu belo trabalho de boca e língua.
-Olha pra mim gata, não precisa ter medo.
Agora não só olhava pra mim como também ficava circulando minha cabecinha com a língua enquanto o fazia.
Ela voltou a sugar, então segurei sua cabeça e com a outra mão comecei a me masturbar com minha cabecinha ainda dentro de sua boca, o gozo veio quente e rápido.
-Segura. – E ele segurou na boca, com uma cara estranha como se fosse a primeira vez que alguém tivesse pedido isso a ela.
-Agora me mostra. – E ela abriu a boca com uma cara safada, me mostrando toda a porra branca que encobria sua língua e se espalhava por sua boca.
-Agora engole. – E ela não se fez de rogada.
-Amargo, rss.
Dei-lhe mais um beijo e disse:
– Relaxa, não precisa ter nojo.
A chuva agora ela forte, mal dava pra ouvir um falando com o outro, corri até a beirada da cachoeira e peguei a parte de seu biquíni que tinha escapado, ela arrumou o short e a parte de cima e voltamos para onde estavam os outros, todos já tinham saído da agua e estavam usando as toalhas sobre as cabeças para se protegerem da chuva, menos Carol e seu namorado que ainda na água vinham em nossa direção.
-Já ia buscar o casal, vamos logo merda, tá chovendo forte.
Foi estranho encarar o pessoal que fazia aquela cara de quem tentava fingir que não sabia o que estava rolando, mas o constrangimento valeu a pena. E mais um fim de semana gostoso passou e na segunda feira tudo voltaria a seu normal.
Prestigie todos os autores deixando seu comentário nos contos.
É muito bom ter feedback dos nosso leitores =)

Farra com as soltinhas no carnaval.

Primeiramente olá a todos.
Hoje vou relatar alguns acontecimentos do finzinho do carnaval de 2009, espero que gostem.

Pois bem, no carnaval daquele ano eu e mais dois amigos fomos para Votuporanga para curtir, eu, David e Bruno chegamos lá no sábado pela manhã e ficamos em uma casa que pertencia à família do Bruno.
Curtimos todos os dias lá, de carnaval de rua a alguns camarotes, todos os dias rolava uma pegação nas ruas com as mais “soltinhas”, mas sexo que é bom nada.
Na quarta-feira de cinzas no comecinho da tarde decidimos parar em um bar para dar uma descansada, já que estávamos curtindo o carnaval desde à tarde do dia anterior sem parar, sentamos e pedimos refrigerantes e coisas para comermos, estávamos tão chapados de cerveja e de algumas outras substâncias que a única coisa que a gente não queria ver na frente era álcool.
Depois de algum tempo no bar um carro cinza colou do lado do nosso e 3 garotas bem sorridentes desceram dele chamando minha atenção e dos rapazes.
Elas sentaram-se em uma mesa um pouco a nossa frente e pelas gargalhadas e pelo que tomavam deu pra sacar que estavam bem animadinhas e a fim de aprontar.
– Caraca, seu eu pego o rabinho daquela de roxo eu arregaço. Disse o David.
– uhauhahu chega lá e diz isso pra elas pô. Respondi meio zonzo.
Não sei se elas notaram os papos da nossa mesa, mas elas sempre olhavam para nós com uns sorrisinhos meio marotos nas faces.
– E ai Mad, o que você acha? Disse o Bruno.
-Chegar junto? Demorou, mas se rolar a mais gostosa é minha hehe. Respondi e fui em direção a mesa das garotas e no caminho ouvi o Bruno dizer “Eu tô de olho é na baixinha”.
Sempre fui meio tímido, mas dessa vez o álcool tomou conta desse problema para mim, me apresentei e mesmo meio bêbado fui muito bem recebido com beijinhos no rosto pelas gatas que estavam ali e logo descobri seus nomes.
A baixinha a quem o Bruno se referiu era uma gracinha do tipo mignon, se chamava Luciana 20 anos, camisetinha branca que escondia seus poucos seios, mas um shortinho jeans que valorizava suas coxas branquinhas e roliças, cabelo chanelzinho preto e um belo sorriso.
Do lado dela uma bela morena jambo com um sorriso que misturava inocência e safadeza ao mesmo tempo, Beatriz, 19 anos cabelos longos e amarrados, peitinhos médios bundinha normal e muito simpática, e para terminar de camisetinha roxa e short bem apertado Fernanda, 20 anos com uma cintura bem gostosa que chamou nossa atenção quando ela entrou no bar somada a sua bundinha larga, seios fartos , coxas grossas , uma cara de desconfiada e com seus cabelos pretos também estilo chanel só que com todas as mechas pintadas de loiro.
Elas foram muito receptivas e em poucos minutos já estávamos conversando descontraidamente, descobri que elas vivam no litoral norte de SP, uma distância boa, mas perto de onde eu vivia, faziam faculdade juntas e tiraram a semana para fazer uma “trip” de carro, passando por varias cidades e curtindo um pouco do carnaval em cada uma delas, como não teriam aula na semana mesmo estavam saindo de Votuporanga para passar por mais duas cidades que não vou lembrar agora antes de voltarem para a vida normal.
Estava tão descontraído conversando com a garota que tinha esquecido os meus queridos amigos na mesa de trás, mas logo corrigi esse erro e após falar com um dos garçons do barzinho juntamos as mesas e em pouco tempo a conversa em grupo se tornou uma conversa de 3 pares, lógico envolvendo muito xaveco e indiretinhas paras nossas novas “amigas”.
Papo vai papo vem conversinhas no pé dou ouvido até que meu super chapado amigo David propõe praticamente berrando para quem quisesse ouvir que todos fossemos para a casa já que tinha um pequeno estoque de cerveja e outras coisas lá.
-Por mim tudo bem. Disse o Bruno.
-Então garotas a fim de conhecer? Perguntei já com um pouco de certeza que elas iam, pois pela cara da Fernanda tava bem claro que elas estavam a fim de aprontar também, a Luciana parecia já ter caído na lábia do Bruno, só não estava certo do David, bebasso xavecando a Beatriz.
-Bom eu estou com a chave do carro e vou quem não quiser vai ter que pegar carona. Disse a Luciana para as amigas.
Todos riram e nos separamos nos dois carros, não sem antes eu já dar um beijo na Fernanda.
Chegamos na casa e fomos direto para a sala, o Bruno se prontificou a ir pegar a cerveja nos freezers que ficavam na garagem e eu pedi para me esperarem enquanto ia tomar banho, jogar uma água gelada nas costas pra ver se o efeito do álcool passava e tirar a inhaca também.
Quando voltei o Bruno e Luciana já estavam trocando beijos no sofá, e pra minha surpresa a Beatriz estava bem inclinada a fazer o mesmo com o David, então só me restou me sentar ao lado da Fernanda e começar a minha parte.
Ela estava com uma latinha de cerveja, peguei outra e começamos a conversar futilidades comigo sempre jogando algo mais picante no assunto.
Passei a mão pela cintura dela e começamos a dar uns amassos, ela segurava meu rosto e sua dedicação no ato só me dava certeza que aquela ali eu já tinha ganho.
O Bruno e a Luciana se levantaram do sofá e foram para o fim do corredor onde ficavam os quartos, estávamos no primeiro andar já que era um sobrado e no térreo ficavam apenas a cozinha, a garagem e um quartinho para coisas velhas, o David pelo que eu pude ver também estava se arranjando, já que em uma olhada que eu dei de relance pude ver uma de suas mãos na bundinha da Beatriz.
-Quer deixar eles a sós Mad? Me perguntou Fernanda.
Respondi que sim com a cabeça e puxei-a para uma varandinha que tinha ligação com a sala, onde tinha uma pequena mesa algumas cadeiras e uma pequena poltrona encostada ao parapeito, poltrona essa que usei para me sentar e colocar a Fernanda no meu colinho.
Com ela sentada sobre mim enchia minhas mãos apertando sua bunda, com seus braços ao redor do meu pescoço o beijo era gostoso, ela estava cheirosa e seus lábios muito molhados e macios, assim como sua pele.
-Safadinho, já ta bem desperto hein? Falava ela enquanto suas mãos roçavam meu pau por debaixo da bermuda, já estava sem camisa e ela se pôs a lamber meu corpo enquanto acariciava meu membro, eu saboreava seu pescoço hora mordia de leve hora dava chupadinhas revezando sempre com um beijo molhado naqueles lábios.
Ela se segurava nos meus ombros enquanto eu segurava e massageava ambos os seios, ela soltava gemidinhos tímidos que eu logo abafava beijando sua boca, em pouco tempo minha mão esquerda já estava de baixo da sua blusa a acariciar o seio do mesmo lado enquanto eu tentava enfiar a mão direita dentro do seu short e sentir melhor sua bundinha gostosa, ela por sua vez já tinha feito meu pau saltar para fora do short e se empenhava em fazer sua mão ficar esfregando nele de forma circular, subindo e descendo.
Eu a levantei tirei seu shorts e a coloquei de bruços na poltrona, estava com uma calinha fio dental preta, eu sorri e disse.
-Quase nada hein. Ela sorriu e me disse apenas.
-Anda logo.
-Rss danada.
Afastei a calcinha e coloquei dois dedinhos dentro de sua bucetinha, estava levemente úmida então me postei atrás dela e junto com os movimentos da minha mão coloquei minha língua para trabalhar naquela bucetinha de lábios escuros e deliciosos.
Lambia bem rápido os grandes lábios da Fernanda enquanto soltava gemidos não mais tão tímidos, retirei bem devagar sua calcinha e alisava suas pernas e coxas a virei de frente e com as pernas bem abertas me comecei a sugar novamente aquela bocetinha linda, pra cima e pra baixo, movimentos circulares, chupadelas, fiz de tudo até aquela grutinha gostosa começar a escorrer o mais saboroso dos mels que misturado com minha saliva virava uma substância mais densa e espumosa.
-Isso gato hmmmm, assim mesmo.
Coloquei dois dedinhos dentro só que agora socando forte forçando seu grelinho fazendo com que de gemidos ela partisse logo para os gritos.
-isso safadinha grita, me deixa com tesão.
-É? Então continua, ta muito bom ahhhhhhnw.
Continuei a por meus dedos para trabalhar quando fui interrompido por batidas na porta da varanda e uma bela surpresa.
-Érr, não queria atrapalhar, mas posso me juntar a vocês?
Era a Beatriz com seu sorriso maroto, apenas com sua camiseta e de calcinha ambas azuis.
-Eu tava com seu amigo, mas do nada ele apagou e começou a dormir, e sabe já to acesa RSS,
A Fernanda a chamou com a mão, tirando qualquer duvida minha do que ela iria achar de sexo a 3, mas antes de ir com tudo fui ver o David e confirmei que ele tinha apenas caído no sono apesar de não ter largado sua garrafa de vodka.
Quando voltei para a varanda estava uma de cada braço da poltrona.
-Aqui no meio, já rsss. Dizia Beatriz enquanto batia sua mão na poltrona.
Me sentei entre as duas passando um braço ao redor da cintura de cada, partimos para um delicioso beijo triplo com as duas gemendo baixinho e deslizando suas mãos pelo meu tronco.
As duas continuaram o beijo só entre elas bem coladas a minha face só me deixando mais excitado, Fernanda voltou a me punhetar de leve e bem devagar enquanto a Bia (rss) tirou seu sutiã e colocou uma das minhas mãos para acariciar suas tetinhas.
-Gosta safado?
A cara daquela garota me deixava louco, apertava e tentava sentir com toda minha mão seus peitinhos, beliscava e girava seus biquinhos , usei a outra mão para ficar apertando um dos da Fernanda que eram maiores e também bem macios, uma mão em um seio de cada, a Fernanda tocando uma pra mim e a Beatriz alisando a ponta da minha cabecinha, estava no paraíso.
A Fernanda se ajoelhou diante de mim e a Beatriz resolveu fazer a mesma coisa, tiraram meu short que já estava pela metade e uma de cada lado começaram a tocar flauta com meu pau ereto.
A Fernanda pressionava com o polegar a ponta da minha cabecinha enquanto a Bia apertava minhas bolas ambas se dedicaram por muito tempo a ficarem subindo e descendo com suas bocas nas laterais do meu membro.
-Delícia, sua putinhas.
-Sou moça de família ta rsss. Respondeu-me a Beatriz
Após isso a Fernanda começou o boquete propriamente dito, beijou de leve a glande e depois começou seus movimentos com a cabeça, chupando meu pau com certa pressão, Beatriz subiu novamente para o meu lado do sofá e após dobrar sua camiseta para deixar suas tetas à mostra comecei a chupar uma bem devagar, massageando a mesma pela parte de baixo.
-hmmmmmmm.
Fernanda continuava com sua língua deliciosa envolvendo meu pau e suas chupadas maravilhosas, eu agora beijava Beatriz enquanto meu dedo do meio fazia um passeio a sua cetinha encharcada dentro da calcinha.
A Fernanda se levantou e pediu licença para a Bia, pegou no bolso de seu short uma dessas camisinhas que o povo dá na época de carnaval e usando sua boca gentilmente colocou no meu pau.
-Habilidosa hein gata.
-Nada, Você vai ver habilidade agora.
Colocou carinhosamente seus braços ao redor do meu pescoço e lentamente foi se encaixando no meu membro, apertei com firmeza sua bunda gostosa, quase cravando minhas unhas nela, ela começou a cavalgar e depois de uns 3 movimentos mais suaves colocou a curtir meu pau intensamente.
-Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh ahhhhhhh uhhhhhhhhhhhhh vai, goza.
A Bia ficou um tempo em pé do nosso lado mas logo puxou uma cadeira lançou longe sua calcinha e ficou vendo a diversão de sua amiga sempre dizendo que “Era a próxima”.
Fernanda se dedicava a fazer os movimentos enquanto eu só curtia a penetração, decidi levantar sua blusa e deixar seus seios a mostra, ela largou do meu pescoço para soltar o sutiã e deixar aquelas delícias livres para mim, grande e firmes, meu tipo favorito, então não pude me conter depois de um tempo segurando ambos, sentido sua textura e maciez cai de boca no direito enquanto voltava a segurar sua cintura e mamava intensamente; sugava, mordia lambia durante alguns minutos meu mundo se resumia a aquele seio e essa diversão só parou quando decidi dar os cuidados da minha boca para o outro.
Fernanda subia e descia cada vez mais agressiva na minha benga.
Ahhhhhhhhhhhh, vai lindo.
Sentia suas unhas me apertando ao ponto de me machucar, o barulho do choque de sua bunda gostosa contra minhas coxas era extasiante e seus gritos cada vez mais altos só me deixam mais louco.
-Vira vádia.
Coloquei ela de 4 com as mãos apoiadas no parapeito, peguei firmemente em sua cintura com uma mão e encaixei só a pontinha do pau na bucetinha dela, coloquei essa mão também em sua cintura e fui com tudo.
-AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHIII
-Sentiu safada? Disse com um sorriso no rosto, ela não respondeu, apenas gemia então comecei com meus movimentos do jeito mais brusco que era possível, metia com vontade, tava a fim de zoar aquela putinha e ela pelo jeito estava bem longe de achar isso ruim.
-Vai amor,ahhhh delicia unnnh aunnnn me faz gozar delicia.
Ouvir seus gemidinhos constantes só me dava mais vontade e força, continuei com meu pra frente e pra trás insano, também gemia e em alguns momentos acho que até a machuquei de tanta força com que apertava sua cintura.
-Ahh safada, isso hmmm.
Meu pau em um ritmo frenético saia quase todo e deslizava novamente pra dentro daquela cetinha linda, dei vários tapas em sua bundinha que só a fazia olhar pra trás e sorrir e botando cada vez mais força não demorou muito para que eu ouvisse seu gemido final e ela caísse em gozo.
WAhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh.
Seu corpo amoleceu e eu a peguei em meus braços, a virei e apertando suas coxas lhe dei um beijo intenso antes de lhe deixar cair lentamente na poltrona.
Ainda estava muito no embalo então me virei para Beatriz.

-Agora sim é sua vez, Ela apenas sorriu, fui em sua direção com minha benga ereta e apontando pra ela, que por sua vez não conseguia tirar os olhos.
-Vem Gato, ela disse enquanto tirava o resto de sua roupa ficando peladinha pra mim.
Acariciei seu rosto e prontamente dei minha língua para ela chupar. Nos beijamos enquanto eu a abraçava e a deitava lentamente sobre a mesa que ali estava. Fiquei a admirando aquele belo coro moreno nu deitado diante de mim e coloquei uma de minhas mãos para acariciá-lo todo e fiquei impressionado em ver que ela depilou “toda” a xaninha, nem um pelinho, detalhe esse que só me estimulou a ir chupá-la.
-Ahhhh, safado.
Não fui muito carinhoso dessa vez e já saí metendo o bocão com tudo, abrindo sua cetinha com os dedos e chupando forte o seu grelinho, mas parece que minha falta de delicadeza não incomodou nem um pouco a Beatriz que gemia enquanto fazia caricias em meus cabelos.
Esticava seus grandes lábios enquanto os prendia em meus lábios e coloquei um dedo pra ficar rodando sobre a portinha do seu cuzinho, coisa que só a deixava mais excitada pelo jeito que ela gemia, me ergui e me postei entre suas pernas, agarrando-a e debruçando meu corpo, após encaixar bem meu pau na sua cetinha ela virou os olhos de prazer então comecei, bem forte logo de cara os meus movimentos naquela bocetinha, sem ao menos trocar a camisinha.
Agarrei-me em suas tetinhas e bem colados continuei a meter, bem forte e já urrava de tesão e ela estava bem receptiva a isso, enquanto uma de suas mãos apertava minha nuca à outra fazia os mais diferentes movimentos sobre seu grelinho rosado.
O sorriso dela me encantava e só me dava mais tesão, a vontade de meter não parava, porém de repente uma forte chuva começou a cair ali.
-O tempo ficou feio, borá entrar logo. Indagou Fernanda.
-Vamos entrar, não precisamos parar não é? Eu disse e como um cavalheiro deu a mão em convite para a Bia se levantar da mesa, ainda sorrindo e me hipnotizando, fomos para um dos quartos no fim do corredor, no caminho olhei o David que ainda estava dormindo e pude ouvir alguns gemidos mais ousados vindos do quarto onde o Bruno estava com a Luciana.
Chegamos ao quarto onde eu costumava ficar, as poucas peças de roupa que ainda estavam presas no corpo foram ficando pelo corredor e deitamos eu e Beatriz na cama enquanto Fernanda se sentou bem aberta em uma cadeira que estava diante de uma escrivaninha dali.
-Continua Gata.
Beatriz Não demorou muito e logo montou no meu pau para uma cavalgada extasiante.
Cavalgadas é um dos meus fracos, e isso Beatriz sabia fazer, movimentos ritmados, hora intensos e hora fracos, rebolava, chacoalhava a cintura no meu pau, me deixando louquinho, começou a subir e sentar numa gana imensa, e eu só fiquei deitado curtindo toda aquela agitação.
Nisso Fernanda veio e pra literalmente me foder mais ainda sentou com sua boceta na minha cara.
-Gosta safadão rssss?
Sequer respondi, agarrei sua bunda carnuda e coloquei minha língua pra trabalhar rapidamente na sua cetinha.
Fernanda acariciava e chupava as belas tetinhas de Beatriz enquanto eu lambia todos os cantos possíveis de sua xaninha, Beatriz por sua vez se entregava aos encantos de sua amiga, mas sem nunca parar seu balanço no meu pau.
-AHHHHHHHHHHHHHHHHhh suga essa porra, dizia em tom alto Fernanda.
UHHHHH. Gostoso retrucava Beatriz.
Eu nem ligava, meu único foco era sugar a boceta da Fernanda e tentar não gozar para satisfazer Beatriz, continuei chupando e sugando Fernanda, enquanto Beatriz inclina e deita o corpo um pouco pro lado fazendo com que sua bocetinha se envolvesse minha cabecinha enquanto ela cavalgava mais intensamente, foi meu clímax, já sentia que não ia segurar por mais tempo, meu rosto já estava lambuzado, metia a boca toda em Fernanda enquanto a apertava sem dó com minhas mãos.
-Machuca safado.
Beatriz continuou na mesma posição, só que agora mais devagar fazia sua boceta comer todo meu pau, depois levantava novamente e ficou nessa por varias vezes até voltar novamente a velocidade intensa.
-Ah não agüento gata, vou gozar.
Beatriz continuou a cavalgar só que agora sem se sentar totalmente apoiada nos pés sobre a cama fazendo o movimento ficar mais intenso.
-Ai gatas, ta quase.
Após me ouvir Beatriz se levantou da minha benga, porém pra minha surpresa momentânea prontamente a Fernanda se pôs a tocar uma punheta pra mim após tirar minha camisinha, não resisti muito e logo esporrei um jato farto de goza quente em sua face.
-Gozei, murmurei com a boceta da Fê ainda encostada em meus lábios.
-Eu vi, rss disse ela olhando pra traz lambendo e tirando com a mão os excessos de porra do seu rosto causando muitos risos para os três.
Após isso nos deitamos um ao lado do outro por alguns minutos para nos recuperarmos.
-Apertado aqui hein, rss disse Beatriz.
-De solteiro né Bia, o Bruno ficou com a maior.
-Então um vai ter que sair, rss pros outros se divertir, e vai ser você Mad. Disse a Fernanda com um sorriso mal-intencionado no rosto.
-Como eu?
-Vai saí. Disse Fernanda apontando para a cadeira com rodas que estava ela estava sentada anteriormente, não entendi bem, mas levantei.
-Agora começa nosso show, disse Fernanda enquanto começou acariciar os seios da Beatriz.

Elas começaram a se alisar e se lamber, pela sintonia que rolava ali dava pra sacar que não era a primeira vez que aquilo acontecia, tascou um beijo delicioso na minha, pegando com firmeza seu cabelo, já a Bia apertava ambos os seios de sua amiga que suspirava de tesão, eu ia me levantar, mas após a Bia indicar meu ato para a Fernanda eu só ouvi um “sentadinho ai moço”.

Elas continuaram, agora com a Bia deitada sobre a Fernanda, presas em um beijo que me enchia de tesão, uma sobre a outra, abraçadas com os seios da Beatriz sobre e forçando os mais fartos da Fernanda, mãos passavam por todas as partes do corpo e meu pau já se animava com a cena, Beatriz começou a por seus dedos pra trabalhar dedilhando a xaninha de sua amiga que esticou seus braços sobre a cama e se abriu toda se entregando ao prazer intenso.
-Humm gostosa.
O beijo delas continuou só que agora com movimentos constantes da mão da Beatriz sobre a grutinha deliciosa de sua amiga, começou a lamber um dos seios dela enquanto a masturbava, cena que só me deixou com mais tesão, Fernanda parecia mais decidida e era excitante ver seu rosto e seus gemidos de prazer enquanto Beatriz que parecia ser mais submissa a levava a loucura com seus dedos e língua.
Fernanda mesmo deitada também começou a fazer carinhos na sua amiga e o que se seguiu após isso foram duas morenas lindas se dedando e gemendo muito enquanto eu já estava me acabando no punheta.
-Vai gostosa acaba comigo.
AHHHHHHHHH ahhhh
-Não para safada me suga toda.
Fernanda começou a lamber os seios de beatriz revezando com lambidas em seus lábios e as duas intensificaram mais ainda seus movimentos com as mãos.
Mais rápido AHHHHHHHHHHHHHHHHHHhhhhhhhhhhh.
Beatriz não resistiu e logo gozou e caiu ao lado de Fernanda que sentou na cama com seus dedos lambuzados.
Vira. Disse ela a amiga.
Beatriz virou na cama e A Fernanda sentou sobre sua cara ficando de frente pra mim e roçando sua xoxota na cara da amiga que logo se pôs a chupá-la.
AAihhh. Chupa forte
Fernanda me encarava com as mais diferentes caras de prazer, alisando e apertando os seios, esticando os mamilos pra me atiçar enquanto eu ia Beatriz meter a língua intensamente na sua amiga que movia e tremia a cada línguada.

Fernanda ficou mais louca e começou a quicar sobre a face de sua amiga, pensei se a Bia não ia ser nocauteada por isso as ela continuou firme a chupar e até se agarrou em sua amiga enquanto fazia o ato, eu não resisti e já com o poste suspenso fui em direção das duas, a Fê não se fez de rogada e enquanto era sugada pela amiga começou a mamar no meu cacete, os três em um frenesi louco por um longo tempo, Beatriz chupando Fernanda que me chupava.
Aproximei-me mais e dessa vez coloquei meu pau que roçava de leve na cetinha da Fernanda na boca da Beatriz, enquanto isso Fernanda novamente sentada recebia minhas chupadas e mordidas em sues seios.
-Deliciaaaaaaahhh. Gemia ela agora como uma garota totalmente submissa.
Eu forçava minha rola com tudo na boca da Bia que estava com a barriga pra cima e recebendo meu pau todo na boca sendo que às vezes ela virava o rosto pra tirá-lo de dentro e não sufocar, eu abraçava Fernanda enquanto mamava, hora a beijava e apertava sua bundinha, mas meu foco era chupar aqueles seios deliciosos por mais tempo possível, ela se levantou de cima da Bia e eu logo deitei por cima, fazendo um 69 só que com eu por cima.
Minha pica entrou com tudo na boca da Bia, ergui o quadril para que ela pudesse chupar como quisesse enquanto me saboreava na sua danadinha
Chupava enfiando o dedo bem fundo, mas logo virei meu corpo e o dela e agora por cima comecei a meter nela de bruços.
-huuuuuuu, safada. Eu urrava enquanto a castigava sem dó.
Metia bem rápido, logo Fernanda se colocou ao meu lado me prendendo em um beijo safado enquanto eu penetrava sua amiga, coloquei minha mão no seu reguinho e assim simultaneamente dava prazer as duas, voltei a mamar na Fernanda que agora forçava minha cabeça contra seus seios, minha mão também não parou de esfregar seu grelo e Beatriz agora movia sozinha seu quadril em direção ao meu pau num ritmo bem forte, Fernanda começou alisar a bocetinha de Beatriz enquanto eu metia logo nossa morena com sorriso maroto não resistiu e após um gritinho pouco discreto gozou novamente.
Beijava Fernanda e a agarrando pelas coxas levantei e a lancei contra a parede, lambia e chupava todo seu corpo com movimentos intensos que a pegaram de surpresa pelo gritinho que ela deu. A coloquei na cadeira e empurrei até a parede para as rodinhas no correrem, ergui suas pernas juntas e coloquei sobre meu ombro deixando sua cetinha de um jeito apertadinho para receber minha rola.
-Tá pronta putinha?
Ela respondeu apenas colocando o dedinho na boca em sinal de provocação, encaixei minha rola nela e comecei a meter, no primeiro minuto bem lento, tirando e colocando tudo de um jeito bem gostoso, mas logo comecei a socar num embalo mais intenso.
-Ahhhhhhhhh ahhhhhhhhhhhhh ahhhhh, vai. Gemia ela como nunca naquela tarde.
Eu suspirava forte e me apoiei nos braços da cadeira e forçando meu peso contra o corpo dela intensifiquei mais a metida.
Ainn para eu to toda torta.
Nem me dei o trabalho de ouvir, continuei a socar e os gemidos só aumentavam da parte dela e com isso eu só colocava mais velocidade.
Chegou ao ponto de ambos estarem gemendo alto, ela passou dos gemidos e logo foi aos gritos, gozando e após eu tirar meu pau de dentro ainda me presenteou com um jatinho de sua ejaculação.
-Uau fazia tempo que eu ahh não chegava nisso.
Me voltei pra Beatriz na cama, ela sorria e com cara de mau a virei a pus de 4 e voltei a meter enquanto apertava suas tetinhas.
Vai continuar rindo safada?
.ahhhhhhhhhhhhhh vou ahhh vou sim, me fode.
Socava sem dó, tava louco de tesão e os dois muito lubrificados facilitava pra caramba meu ato.
Ela se inclinou e se apoiou com as mãos na cama, eu agarrei sua cintura e continuei a mandar fogo, mas queria mais e logo mudei pro seu cuzinho.
-Ai nãooooooooooo.
Ela gritou quando sentiu meu pau aos poucos entrando em seu buraquinho.
-Aiiiiii
Continuei colocando, Fernanda ri e Beatriz reclamava, mas aos poucos notei que suas reclamações iam parando.
Ela deixou todo o tronco cair sobre a cama e fazia cara de sofrimento quando eu comecei a arrombá-la.
Aiiiiiii quente ahhh ta me rasgando.
Metia força pra dentro dela que chegou até a chorar, mas estava gostando, pois depois de um tempo começou a tocar uma siririca enquanto eu bombava seu rabinho.
Chega vaii ahh para.
Não que eu estivesse atendendo as suas suplicas, mas logo o gozo veio e depois de encharcar aquele buraquinho com minha porra eu tirei de dentro e fiquei vendo um pouco da minha porra transbordar daquele buraquinho.
Ahh então o senhor gosta de judiar de menininhas? Disse a Fernanda.
E você ai. Respondi e me postei a seus pés e fui com tudo chupar sua boceta.
-Ummmmmmmmmmmmmmm. Ela gemeu, sentada na cadeira e forçando minha cabeça com as duas mãos na sua boceta abrindo e erguendo as pernas em um primeiro momento, suguei, chupei beijei , fiz de tudo naquela cetinha por um longo tempo.
Voltamos os dois pra cama e começamos juntos a chupar os seios da Bia e acariciar sua cetinha.
-Meus pedidos de desculpas.
Aceitas, mas não parem, ta gostoso respondeu a Bia que sem que nos esforçássemos muito gozou novamente.
Fui pro chão Com a Fernanda que dessa vez foi quem cavalgou o meu pau, só que agora de costas pra mim.
-Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh awunnnnnnnnnnnnnnnhh vai.
Unmmmmm não para vadia.
Os movimentos eram deliciosos e eu dava vários tapas e apertões naquela bunda gostosa.
Ela parou de cavalar sentando, abriu bem minhas pernas e com os joelhos apoiados no chão encaixou meu pau nela, esticou o corpo e mandou ver o quadril contra o meu corpo, nossa fui à loucura como há muito tempo não ia.
-Vai ahh linda, me enlouquece.
Ahhh, gostoso, tesão, me fode, mais ahhhhhhhhhi
O movimento era gostoso e eu dava vários tapas com a mão cheia naquela bunda gostosa, ela aumentou a velocidade e eu estava quase gozando, porém ela foi mais rápida e depois de tanto gemer se esparramou no chão e gozou.
-Ain gato gozei.
-Rss que bom sinal que ta gostando. O meu ainda ta aceso quer continuar?
-huahua o insaciável, Disse Beatriz.
-Agora não você acabou comigo. Respondeu Fernanda
-Meu pau ainda ta duro, depois de gozar tanto vocês como boas mulheres deveriam deixar fazer o que quiser com o corpo de vocês agora.
-UHAHUAUAHUAHAUAUHA de onde você tirou isso cara.
-auauauh ta bom. O que você quer? Perguntou Fernanda.

Logo me ergue e fiquei diante dela.
Bem que você poderia deixar eu foder esses seus peitos né? Foi a primeira coisa que pensei quando te vi.
-Que romântico né Fê? Disse Beatriz.
Tá bem. Disse Fernanda ficando de joelhos e apertando meu pau entre seus seios.
-Que delícia, macios, gostosos.
Inicialmente só fiquei parado, acariciando seus cabelos e deixando-a fazer os movimentos, apertava bem e vez ou outra roçava a língua na minha glande.
-Tá gostoso?
-Demais.
Nisso a Beatriz se coloca atrás dela e começa a masturbá-la.
Não ahwnnnnnn. Disse Fernanda, mas sua amiga pareceu não ligar.
Continuei agora Fernanda só apertava os seios, os movimentos estavam por minha conta, e depois de um tempo fodendo naquelas tetas gostosas e vendo ela enlouquecer com os toques da Beatriz gozei, dessa vez não saiu muito, mas deu pra melar legal o busto da Fernanda.
-Como pode ser tão delicioso gozar assim?
Ambas riram, ficamos um tempo esticados no chão, Beatriz lambeu o excesso de porra do meu pau e pouco depois nós três adormecemos.
No dia seguinte logo cedo acordei ouvindo uns barulhos. Estava sozinho no quarto e minhas roupas sobre a cama; saí do quarto após me vestir e dei de cara com David que só me resmungou:
-Nem digo nada.
Desci pra cozinha e lá estavam Bruno, Fernanda e Luciana.
-Olha a bela adormecida. Disse meu amigo.
-Bom dia gato. Disse Fernanda.
Luciana apenas acenou e disse:
-Acordamos bem cedo, pois temos que ir, só estamos esperando a Bia sair do banho.
-Ah legal. Respondi.
Puxei a Fernanda de canto e conversamos sobre a noite anterior, conversa essa que terminou num beijo e umas mãos bobas, mas logo paramos quando as outras garotas vieram nossa direção.
-Então é isso. Disse David com cara de emburrado.
Trocamos contatos com as garotas e nos despedimos, sem antes a Fê sussurrar no meu ouvido a palavra “inesquecível”.
Caraca, muito nego pilantra aqui. Indagou David.
Eu fiquei quieto e o Bruno falou: “Pois é, nego pilantra que dorme na foda uhahuahu”
Arrumamos a casa e voltamos pra nossa cidade no início da tarde com o Bruno dirigindo enquanto fazia piadas com o revoltado David.

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